Oi (OIBR3) não divulgará balanços do 1T26 e 2T26 e ainda deve números de 2025
A companhia não divulgará os balanços do 1º e 2º trimestre de 2026, acumulando mais atrasos junto aos resultados de 2025.
A Oi (OIBR3) ganhou mais tempo para negociar a venda da sua base de clientes de fibra óptica, a UPI ClientCo. Com isso, a segunda rodada de negociação do ativo poderá se estender até 31 de dezembro de 2024.
📞 Em comunicado publicado nesta quarta-feira (4), a Oi disse que a extensão da data limite de fechamento da segunda rodada de alienação da UPI ClientCo foi aprovada pelos credores da companhia, conforme permitido pelo plano de recuperação judicial.
A Oi colocou a sua base de clientes de fibra óptica em leilão em julho. Contudo, recebeu apenas uma proposta da Ligga Telecom, que ficou abaixo do valor esperado pela empresa. A proposta foi, então, rejeitada pelos credores e a primeira rodada de alienação do ativo foi encerrada pela Justiça.
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A Oi pediu ao juízo da recuperação judicial uma data para a realização da segunda rodada de alienação no último dia 28 de agosto. O leilão ainda não foi marcado, mas a expectativa é de que o leilão seja realizado até 15 dias depois da publicação do edital.
A companhia pretende vender a sua base de clientes de fibra óptica para arrecadar recursos para o pagamento das obrigações assumidas no plano de recuperação judicial, como o pagamento de credores.
A expectativa era arrecadar ao menos R$ 7,3 bilhões com a venda, mas a proposta recebida em junho da Ligga Telecom foi de aproximadamente R$ 1 bilhão.
A companhia não divulgará os balanços do 1º e 2º trimestre de 2026, acumulando mais atrasos junto aos resultados de 2025.
O acionista informou que a alienação das ações não tem como objetivo alterar a estrutura administrativa da companhia.
Empresa em recuperação judicial ainda precisa cumprir rito burocrático para concluir a transação.
De acordo com a manifestação, essa redução poderá tornar a operação da empresa financeiramente insustentável.
Os recursos contestam a decisão da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro.
Victor Adler e pessoas vinculadas passaram a possuir 122 mil ações preferenciais da Oi.
A decisão manteve a liquidação ordenada dos ativos pelo gestor judicial até o julgamento do mérito dos recursos.
A empresa divulgou a informação na última terça-feira (12).
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