Oi (OIBR3) adia novamente divulgação de balanços; qual é o motivo?
A empresa divulgou a informação na última terça-feira (12).
A Oi (OIBR3) ganhou mais tempo para negociar a venda da sua base de clientes de fibra óptica, a UPI ClientCo. Com isso, a segunda rodada de negociação do ativo poderá se estender até 31 de dezembro de 2024.
📞 Em comunicado publicado nesta quarta-feira (4), a Oi disse que a extensão da data limite de fechamento da segunda rodada de alienação da UPI ClientCo foi aprovada pelos credores da companhia, conforme permitido pelo plano de recuperação judicial.
A Oi colocou a sua base de clientes de fibra óptica em leilão em julho. Contudo, recebeu apenas uma proposta da Ligga Telecom, que ficou abaixo do valor esperado pela empresa. A proposta foi, então, rejeitada pelos credores e a primeira rodada de alienação do ativo foi encerrada pela Justiça.
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A Oi pediu ao juízo da recuperação judicial uma data para a realização da segunda rodada de alienação no último dia 28 de agosto. O leilão ainda não foi marcado, mas a expectativa é de que o leilão seja realizado até 15 dias depois da publicação do edital.
A companhia pretende vender a sua base de clientes de fibra óptica para arrecadar recursos para o pagamento das obrigações assumidas no plano de recuperação judicial, como o pagamento de credores.
A expectativa era arrecadar ao menos R$ 7,3 bilhões com a venda, mas a proposta recebida em junho da Ligga Telecom foi de aproximadamente R$ 1 bilhão.
A empresa divulgou a informação na última terça-feira (12).
A UPI Oi Soluções reúne ativos ligados ao segmento B2B da companhia.
Com a decisão, a companhia ganha espaço para avançar com a transação.
A justiça do RJ prorrogou a suspensão de dívidas após recurso do Bradesco, que argumentou que a falência imediata prejudicaria credores.
A unidade de telefonia fixa da Oi foi arrematada por R$ 60,1 milhões pela Método Telecom.
A audiência ocorreu no contexto do processo competitivo para a venda da participação detida pela companhia.
A empresa destinou um total de R$ 140 milhões para quitar os créditos vencedores do leilão.
Entre as medidas determinadas está o arresto de todo crédito extraconcursal e concursal.
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