Memecoin dispara 34% em apenas 1 dia devido à short squeeze
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
🚨 A Strategy — nova identidade da antiga MicroStrategy (MSTR) — voltou a chamar a atenção do mercado de criptomoedas ao anunciar uma nova rodada de investimento pesado em bitcoin (BTC).
Conforme documento enviado à SEC, a CVM dos Estados Unidos, a companhia comprou US$ 1,34 bilhão em BTC entre os dias 5 e 11 de maio de 2025.
Com essa aquisição, a empresa reforça seu posto como a maior detentora privada de bitcoins do planeta, passando a controlar 568.840 unidades — o equivalente a impressionantes 2,70% do suprimento máximo de 21 milhões de BTCs que existirão.
A nova compra foi financiada a partir da venda de ações de duas classes distintas:
Com os recursos captados, a empresa adquiriu os bitcoins a um preço médio de US$ 69.287 por unidade, totalizando um valor de compra de aproximadamente US$ 39,41 bilhões para toda a sua posição em BTC até agora.
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Desde 2020, a antiga MicroStrategy vem apostando pesadamente no bitcoin como sua principal reserva de valor, sob liderança do seu fundador Michael Saylor.
A mudança de nome para Strategy reforça ainda mais a intenção da empresa de se posicionar no coração da economia digital baseada em ativos descentralizados.
A decisão de continuar expandindo a exposição, mesmo com a volatilidade do mercado de criptomoedas, evidencia a convicção da companhia na tese de que o bitcoin é o "ouro digital" do século XXI — um ativo escasso e potencialmente apreciador no longo prazo.
📊 A empresa não indicou planos de desacelerar essa política de acumulação, sinalizando que novas emissões de ações podem ocorrer para financiar futuras aquisições.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
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