Ibovespa cai, petróleo derrete quase 4% e dólar sobe em Super Quarta

Entre os fundos imobiliários, o IFIX cai 0,01%, aos 3.744,56 mil pontos.

Publicado em 16/09/2026 às 12:41h Publicado em 16/09/2026 às 12:41h por Elanny Vlaxio
No mercado de criptomoedas, o movimento é misto (Imagem: Shutterstock)
No mercado de criptomoedas, o movimento é misto (Imagem: Shutterstock)
O Ibovespa cai 0,50% aos 185.573,38 mil pontos nesta Super Quarta, enquanto o dólar avança e o petróleo recua no mercado internacional. O movimento ocorre em um dia marcado por decisões de juros e indicadores econômicos que estão no radar dos investidores.
No câmbio, o dólar sobe 0,15%, cotado a R$ 5,15, em uma sessão de atenção redobrada aos próximos passos da política monetária. Já o petróleo opera em forte baixa. O barril recua 3,11%, para US$ 102,75, devolvendo parte dos ganhos recentes e pressionando o ambiente externo.
Entre os fundos imobiliários, o IFIX cai 0,01%, aos 3.744,56 mil pontos, praticamente estável na sessão. No mercado de criptomoedas, o movimento é misto. O Bitcoin sobe 0,05%, enquanto o Ethereum perde 0,14%. Veja como operavam as bolsas em Nova York:

O que mexe com o mercado

A Super Quarta (16) chega com decisões de juros do Banco Central e do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos, no mesmo dia. A expectativa é de corte de juros no Brasil e aumento nos Estados Unidos.
O pregão desta quarta-feira também é marcado pela divulgação de dados sobre a atividade econômica brasileira e pelos reflexos da sessão do STF (Supremo Tribunal Federal) realizada na véspera.
Além disso, o IBC- Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), recuou 0,2% em julho na comparação com junho. 
"Os indicadores divulgados recentemente apontam para uma desaceleração mais forte do que o esperado pelo mercado no 2º semestre de 2026...Com isso, o COPOM deve continuar a trajetória de corte de juros na reunião de hoje e pode ter espaço para mais cortes ao longo do ano, conforme começa a precificar parte do mercado", avaliou Sara Paixão, Analista de Macroeconomia da InvestSmart XP.

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