ETFs de Bitcoin ficam no azul e abrem espaço para rali de curto prazo
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
No próximo mês, acontece o halving do Bitcoin (BTC), uma operação que faz a quantidade de tokens disponíveis cair pela metade. À primeira vista, essa pode ser uma notícia ruim para os investidores, mas, pelo contrário, parte dos analistas espera pela valorização do ativo.
O halving acontece toda vez que 210 mil blocos de bitcoin são minerados ou a cada quatro anos, o que ocorrer primeiro. Não há uma data específica, já que o sistema é ativado automaticamente quando chega ao bloco de número 840.000.
Essa operação foi planejada com uma ferramenta monetária para manter o déficit de Bitcoin no mercado e neutralizar a inflação.
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"Eu acho que a redução pela metade é importante, mas é apenas um fator entre muitos que determina a ocorrência e o momento de um mercado em alta. Várias medidas de liquidez global, ondas HODL e outros catalisadores se combinam para desempenhar um papel maior”, comentou Lyn Alden, pesquisador de investimentos, ao portal Cointelegraph.
A casa de análises 10x Research projetou que o Bitcoin pode atingir o recorde de US$ 77 mil até o início de abril e alavancar para US$ 99 mil até maio. Parte da projeção para este resultado se sustenta nos outros halving de Bitcoin, como em fevereiro de 2017, em que a cripto provou uma alta acelerada no pré e pós-operação.
“Estou otimista pelos próximos dois anos devido a uma combinação de redução, expectativas de melhor liquidez global e o fato de que tantas moedas giraram para mãos fortes no mercado de baixa, e assim um aumento relativamente pequeno na demanda pode mover bastante o preço”, completou Lyn.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
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