FII TRXF11 sobe 2% em meio à venda de laboratório alugado à DASA em São Paulo.
Enquanto as cotas do FII de tijolo registravam ganhos relevantes, o IFIX perdia quase -1% com rescaldo eleitoral.
🚨 O fundo imobiliário TRX Real Estate (TRXF11) anunciou nesta terça-feira (25), a assinatura de compromisso para aquisição de 14 agências bancárias atualmente ocupadas por Caixa Econômica Federal e Santander (SANB11), por um valor total de R$ 140 milhões.
A operação está alinhada ao pipeline da 12ª emissão de cotas do fundo e reforça a estratégia de ampliação do portfólio com foco em ativos com contratos robustos, localizações estratégicas e locatários de alto grau de crédito.
Os imóveis somam 19.964 m² de ABL (Área Bruta Locável) e estão distribuídos em oito grandes centros urbanos: São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Salvador, Niterói, São Gonçalo, São João de Meriti e Jundiaí.
Todas as unidades já operam como agências bancárias em pontos de grande densidade populacional, o que, segundo o gestor Gabriel Barbosa, garante estabilidade de fluxo e alto potencial de manutenção da ocupação.
De acordo com Barbosa, as unidades da Caixa têm papel relevante na política pública brasileira, funcionando como pontos de atendimento para serviços como FGTS, seguro-desemprego, habitação popular e benefícios sociais do governo federal.
Além disso, os imóveis estão inseridos em regiões com alto potencial de valorização e tráfego, incluindo bairros como Vila Madalena e Francisco Matarazzo, na capital paulista, e unidades posicionadas dentro dos shoppings Rio Sul (RJ) e Barra (BA), locais de elevado fluxo comercial.
Outro atrativo da transação é o perfil contratual. Os contratos de locação são do tipo típico, com prazo remanescente médio de cinco anos, reajuste anual e revisional a cada três anos — sem período de carência —, o que garante previsibilidade de receita para o fundo e segurança jurídica aos cotistas.
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Um dos principais diferenciais apontados pelo gestor é o cap rate médio de 10,16% ao ano dos ativos adquiridos — nível considerado acima da média de mercado para locatários de alto crédito e superior ao histórico recente de aquisições do fundo.
“O cap rate de 10,16% supera a média das últimas operações do setor e do próprio portfólio da 12ª emissão. Além disso, tratam-se de imóveis com tickets individuais menores, o que facilita a gestão ativa e a reciclagem futura”, explicou Barbosa.
📊 A liquidação da transação está condicionada ao cumprimento de cláusulas contratuais e poderá ocorrer por compensação com créditos da subscrição da FUNCEF na 12ª emissão de cotas ou com recursos diretamente aportados pelos cotistas do TRXF11.
Enquanto as cotas do FII de tijolo registravam ganhos relevantes, o IFIX perdia quase -1% com rescaldo eleitoral.
O FII com gestão ativa explica sob quais condições executará a recompra de cotas existentes em bolsa de valores.
O FII de gestão ativa também aposta R$ 250 milhões em dívidas imobiliárias para custear galpão logístico.
FII de tijolo aposta suas fichas no eixo-corporativo Rebouças-Pinheiros, que tem atraído inquilinos de peso.
Os cotistas terão maior diversificação geográfica no Paraná, Pernambuco, Minas Gerais e Espírito Santo.
O rebalanceamento da carteira do índice internacional FTSE Russell pode mexer com o FII de tijolo.
Por enquanto, a maior emissão de cotas da indústria, protagonizada pelo FII TRXF11, ainda não decolou.
O FII anunciou a compra de mais dois prédios corporativos em SP, por R$ 340 milhões.
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