Memecoin dispara 34% em apenas 1 dia devido à short squeeze
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
O Ethereum (ETH) voltou a chamar a atenção dos entusiastas de criptomoedas nesta sexta-feira (8), já que seu preço unitário ultrapassou os US$ 4 mil pela primeira vez em 2025, patamar que não era visto desde dezembro do ano passado.
Durante o dia, o segundo criptoativo mais valioso do mundo, somente atrás do Bitcoin (BTC), era negociado ao redor de US$ 4.047,41, com valorização de +6% nas últimas 24 horas.
Segundo dados do Investidor10, se você tivesse investido R$ 1 mil em ETH há um ano, hoje você teria R$ 1.434,33. A simulação também aponta que o BTC teria retornado R$ 1.847,58 nas mesmas condições.
Apesar de só ter rompido neste início de agosto a barreira psicológica dos US$ 4 mil, não é de hoje que o Ethereum desperta o interesse dos investidores, sobretudo, das grandes fortunas em Wall Street.
Em julho, os analistas já ventilavam que o mercado de criptomoedas vivia a sua altseason, ou seja, o período em que as moedas virtuais mais alternativas e bem mais arriscadas que o Bitcoin costumam entregar lucros exponenciais, inclusive superando o desempenho do BTC.
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Mesmo sendo a segunda maior cripto, o Ethereum teve um ciclo altista digno de altcoins especulativos no passado recente, chegando a se valorizar quase +100% em um intervalo de 90 dias, ao passo que o próprio Bitcoin beirou retorno de +40%, em apuração feita pelo Investidor10.
Para o BTG Pactual, esse rali altista do ETH em 2025 tem relação com os anúncios de aquisições por grandes tesourarias corporativas.
"Nas últimas semanas, a a SharpLink intensificou sua posição em Ethereum, adquirindo mais 83.561 ETH por cerca de US$ 303,7 milhões, elevando sua reserva corporativa total para mais de 521 mil unidades", destacam os analistas Lucas Josa, João Galhardo e Matheus Parizotto, em relatório.
Outro fator no radar dos entusiastas de criptomoedas são as apostas de quase 100% dos traders de que os juros nos Estados Unidos cairão na próxima decisão do Federal Reserve em meados de setembro, o que poderia direcionar bilhões de dólares para ativos de riscos no mercado financeiro.
Todavia, vale destacar que o Ethereum ainda segue com desconto de −17% em relação à sua máxima histórica de US$ 4.891,70 atingida no dia 16 de novembro de 2021.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
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