ETFs de Bitcoin ficam no azul e abrem espaço para rali de curto prazo
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
💵 Mesmo com a queda do Bitcoin (BTC), os primeiros ETFs de Bitcoin à vista -fundos de índice- da criptomoeda movimentaram US$ 14 bilhões nos primeiros cincos dias de negociação nos Estados Unidos, de acordo com dados da Bloomberg Intelligence. Os fundos foram liberados na última semana pela Comissão de Valores Mobiliários do país (SEC, em inglês).
Na liderança dos ETFs de Bitcoin, está o Grayscale Bitcoin Trust (GBTC), da gestora de ativos digitais Grayscale, dona do maior fundo de Bitcoin. O fundo contou com 50% das negociações desses cinco primeiros dias. Apenas na quarta-feira (17), os depósitos dos investidores chegaram a US$ 371 milhões no fundo.
Logo depois, está o Fidelity Investments, com US$ 358 milhões. Em nota, o JPMorgan afirmou que os investidores "saíram do Bitcoin, podendo migrar para os ETFs de Bitcoin, mais baratos".
📉 O Bitcoin atingiu o nível mais baixo em um mês nesta sexta-feira (19). Após flertar com uma queda abaixo de US$ 40 mil, o maior ativo digital do mercado se recuperou e estava a US$ 42. 106 por volta das 17h desta sexta-feira (19).
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📚 Com mais de US$ 28 bilhões em ativos, o GBTC se tornou um fundo de índice em 2013. Mas logo no início das negociações, teve mais de US$ 1 bilhão em retiradas. Segundo a Bloomberg, os investidores optaram por um produto mais barato, migrando para outros locais.
Do outro lado, a rival iShares Bitcoin Trust (IBIT) foi o primeiro grupo de novos ETFs - sem o GBTC - a bater o valor de US$ 1 bilhão em entrada de investidores.
Entre os mais negociados desta semana estão:
BTCW (WisdomTree Bitcoin ETF)
GBTC (Grayscale Bitcoin Trust)
IBIT (iShares Bitcoin Strategy ETF)
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
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