Embraer (EMBJ3) vende dois KC-390 Millennium para Colômbia
A Colômbia se torna o 13º país do mundo a selecionar o KC-390 Millennium.
A Embraer (EMBJ3) teria fechado uma parceria com o Grupo Adani para finalizar a montagem de jatos na Índia. O motivo seria a demanda da fabricante de aeronaves na Ásia.
O contrato foi divulgado pela imprensa indiana, mas ainda não foi confirmado pela Embraer. A expectativa é que a companhia oficialize a decisão na feira Aero India, um salão de aeronaves que deve ser realizado no fim deste mês de janeiro.
Esse é mais um passo da companhia aeronáutica em direção ao mercado asiático, que tem grande potencial comercial. A indústria brasileira já havia aberto um escritório em Nova Deli, com o objetivo de buscar parcerias e acordos na região.
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No mês passado, a Star Air protocolou um pedido de US$ 1 bilhão para obter até 20 aeronaves da Embraer. O acordo fala em aeronaves E2, que começam a ser entregues em março de 2028.
Para o JP Morgan, a novidade pode ser um vetor transformacional da companhia, considerando que a Índia pode encomendar, em média, 500 aeronaves nos próximos anos. Nos cálculos do banco, isso representaria um total de US$ 21 bilhões, já que cada jato é negociado por US$ 42 milhões.
Nesta segunda-feira (12), a companhia viu suas ações encerrarem o pregão com alta de 2%. Os papéis terminaram o dia cotados em R$ 96,93, de acordo com dados da B3.
O JP Morgan mantém recomendação de compra para os papéis, focando em um preço-alvo de R$ 108. O valor projetado representa um upside de quase 10% em relação ao preço atual de cada papel.
A Colômbia se torna o 13º país do mundo a selecionar o KC-390 Millennium.
Por volta das 16h32 (horário de Brasília), os papéis avançavam 5,28%, cotados a R$ 86,86.
Fabricante brasileira de aeronaves registra crescimento de +16% na comparação com o mesmo período de 2025.
O negócio foi fechado em meio à Farnborough Airshow, no Reino Unido.
Para a empresa, o aumento do fluxo de passageiros e a busca por novos destinos vão sustentar a demanda por jatos.
A forte demanda por jatos comerciais e executivos favoreceu a fabricante brasileira no trimestre.
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