ETFs de Bitcoin ficam no azul e abrem espaço para rali de curto prazo
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
💵 Dois dos principais ativos do mundo apresentam queda nesta segunda-feira (4). O grande motivo que repercute sobre o valor do dólar e do Bitcoin (BTC) no mercado internacional é a eleição presidencial nos Estados Unidos.
No acumulado do dia, o dólar caía 1,6%, depois de fechar a última sexta (1º) no segundo maior nível da história. Às 12h, a moeda comercial era negociada por R$ 5,77, de acordo com dados do Banco Central.
Caminho parecido tem o Bitcoin que acumula queda de 0,7% nas últimas 24 horas. Depois de ultrapassar a marca de R$ 418 mil na semana passada, a cripto recuou para menos de R$ 394 mil, segundo os principais monitores do mercado.
🚨 Leia mais: Boletim Focus: Mercado projeta dólar em R$ 5,50 e eleva inflação pela 5º vez
De acordo com especialistas, o ânimo dos investidores estaria relacionado ao resultado das pesquisas eleitorais nos EUA. Antes indicado como preferido para conquistar a Casa Branca, agora Donald Trump -defensor das criptos- aparece atrás de Kamala Harris em muitos levantamentos.
“A eleição americana de 2024, tanto para a presidência quanto para o congresso, será crucial para definir o futuro regulatório dos criptoativos nos país, com impacto mais significativo entre as altcoins devido à maior incerteza regulatória em comparação com o bitcoin”, pontuaram os analistas da Mynt, plataforma do BTG Pactual para criptomoedas.
No cenário doméstico, pesa sobre a performance de baixa os movimentos do governo em conduzir um corte de gastos nas contas públicas. O ministro da Fazenda Fernando Haddad afirmou que tem uma reunião com o presidente Lula ainda nesta segunda (4) para discutir o tema.
O relatório Focus, divulgado durante a manhã, elevou a projeção do dólar no fim deste ano de R$ 5,45 para R$ 5,50. Houve também uma subida na expectativa da inflação anual, de 4,55% para 4,59%.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
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