Banco do Brasil (BBAS3) despenca mais de 31% nesta segunda-feira (26)
As ações dos principais bancos brasileiros aprofundavam as perdas na Bolsa nesta manhã.
🗓️ O calendário de dividendos continua a todo vapor, com a data de corte de cinco empresas agendada para esta semana.
Banco do Brasil, Cambuci, Petrobras e M. Dias Branco marcaram para os próximos dias o prazo final para que os investidores aproveitem o pagamento dos proventos. As empresas vão distribuir entre R$ 0,02 e R$ 0,44 por ação aos investidores.
Veja a seguir quais são as empresas e como aproveitar o calendário de pagamento.
Banco do Brasil (BBAS3): o prazo para receber dividendos do banco estatal é a próxima terça-feira (11). Os valores –que variam entre R$ 0,16 e R$ 0,29- serão pagos ainda em junho, segundo comunicado da empresa.
Cambuci (CAMB4): a fábrica de roupas esportivas marcou o pagamento de dividendos para dia 28 de junho, portanto, os investidores têm até terça (11) para estarem “comprados”. Será pago o equivalente a R$ 0,02 por ação, conforme reportado em fato relevante publicado pela companhia.
Petrobras (PETR4): a petrolífera querida pelos investidores vai pagar até R$ 0,52 por ação para os investidores que tiverem os papéis também até o dia 11. Serão distribuídos três proventos, em datas distintas.
M. Dias Branco (MDIA3): os investidores têm até a sexta (14) para aproveitar os dividendos da indústria de alimentos. Segundo comunicado, a empresa vai pagar R$ 0,06 no dia 28 de junho.
Para quem aproveitou os prazos anteriores, nesta semana serão pagos os dividendos de outras quatros companhias: Camil (CAML3), JHSF (JHSF3) e Valid (VLID3) encerram têm pagamentos agendados para esta terça-feira (10).
Os dividendos da Cosan (CSAN3) estavam agendados para a próxima sexta-feira (14), mas a empresa mudou a data para 28 de junho, conforme comunicado publicado na sexta (7). A empresa vai dividir R$ 840 milhões com os acionistas, totalizando R$ 0,45 por papel.
As ações dos principais bancos brasileiros aprofundavam as perdas na Bolsa nesta manhã.
O banco estatal tem bem menos dinheiro à disposição dos produtores rurais na atual safra do que no ciclo anterior.
A ideia é facilitar o direcionamento dos proventos recebidos para aplicações.
O economista Adolfo Sachsida disse que o objetivo é fortalecer a gestão das estatais.
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O JPMorgan rebaixou a recomendação para as ações do Banco do Brasil de “neutro” para “underweight”.
Entre os carros-chefes da bolsa de valores brasileira, o setor bancário arrancou na dianteira como um dos favoritos.
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