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A cidade do Rio de Janeiro finalmente volta a ter uma bolsa de valores em 2025, informou o prefeito Eduardo Paes em vídeo publicado nas redes sociais. Nesta quarta-feira (3), o chefe do Executivo carioca assinou um projeto de lei que cria incentivos para a instalação do mercado organizado que tem o objetivo de concorrer com a paulista B3.
A nova bolsa é um projeto da Americas Trading Group, empresa subsidiária do fundo soberano dos Emirados Arábes, o Mubadala Capital. A estrutura ainda depende de autorizações regulatórias junto ao Banco Central e à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), mas já nasce com uma redução de 3% no impostos municipal ISS, que passa a ser de 2%.
Segundo interlocutores da ATG, a bolsa deve ser instalada no centro do Rio ou no bairro do Leblon, local que ficou conhecido como a “Faria Lima carioca”, em referência ao ajuntamento do mercado financeiro paulista. Segundo Cláudio Pracownik, presidente da ATG, o objetivo da nova estrutura é quebrar o monopólio da B3 e baratear os custos de abertura de capital no país.
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“Há mais de dez anos esse grupo tenta quebrar o monopólio da bolsa. Concorrência traz eficiência, que traz investimentos. Quando conversamos lá fora, existe uma sensação de risco sistêmico sobre o Brasil. Trazer uma nova bolsa alivia os riscos e sobretudo reduz os preços. O custo de capital do país é altíssimo e isso vem muito do monopólio e do nosso ambiente macroeconômico. O que falta aqui no Brasil é investir em empresas ao invés de investir em juros. Essa bolsa que é para o Brasil será no Rio de Janeiro”, pontuou ele, em entrevista ao Valor.
Nos bastidores, as pessoas envolvidas no projeto falam que o sistema deve ficar pronto no segundo semestre de 2025, ofertando um portfólio completo do mercado de capitais. A ideia é agregar desde o investimento em ações aos produtos do segmento de derivativos e commodities.
Essa não é a primeira vez que o Rio de Janeiro sedia uma bolsa de valores. Entre 1808 e 2002, a cidade maravilhosa ostentava um mercado organizado, que encerrou suas operações depois do escândalo envolvendo o investidor Naji Nahas.
Paes acredita que a inauguração desta nova bolsa vai ampliar a competitividade no mercado financeiro. “A B3 significa, no Brasil, uma reserva de mercado, então essa coisa de ‘liberdade econômica’ chega até a página dois. Estamos criando concorrência, redução de custos, para que as pessoas negociem mais aqui do que lá”, ressaltou.
Em sua análise, as grandes corretoras de investimentos não vão se render a tese neste primeiro momento, mas o caminho já está sendo criado. “Não vamos trazer o BTG, a XP amanhã, ainda vai demorar. Mas começamos a criar um ambiente econômico”, destacou.
Hoje, o custo para levantar capital por meio da B3 é altíssimo. Segundo dados da própria companhia, embora não exista um valor fixo, a média é de 6% do valor captado pela empresa que faz IPO.
Isto é, tomando como exemplo a operação da Vittia (VITT3), que foi a última empresa a abrir capital no país, ela levantou R$ 65 bilhões. Neste caso, o valor retido pela B3 seria cerca de R$ 4 bilhões.
O presidente da ACRJ (Associação Comercial do Rio de Janeiro) acredita que uma segunda opção de bolsa cria “acolhimento” para as empresas que querem levantar capital. “Se tivermos uma segunda bolsa, quem não tem acesso a uma bolsa gigantesca e até inacessível em alguns casos, como a B3, terá aqui o acolhimento. Já o grande investidor vai conseguir comparar o preço”, pontua.
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