JBS (JBSS32) lucra US$ 221 milhões no 1T26, queda de 66%
Maior empresa de proteína animal do mundo em termos de faturamento sofre com ciclo do gado nos EUA.
🚨 A JBS (JBSS32), maior produtora de carnes do mundo, enxerga no mercado europeu de proteína animal um terreno fértil para expansão.
Segundo Wesley Batista, acionista controlador da companhia, o setor no continente é “fragmentado” e, por isso, abre espaço para novas aquisições.
A declaração foi feita nesta terça-feira (17), durante evento transmitido ao vivo, em que também participou Marcos Molina, controlador da Marfrig (MRFG3) e da BRF (BRFS3).
Batista afirmou que a listagem das ações da JBS em Nova York no início deste ano trouxe vantagens estratégicas, ao ampliar o acesso da empresa a investidores globais e reduzir o custo de capital.
Esse movimento, segundo ele, fortalece a capacidade de competir frente a rivais internacionais como a Tyson Foods, nos Estados Unidos, e também empresas brasileiras listadas em bolsa, como a Minerva (BEEF3).
Apesar do apetite para aquisições na Europa e em outros mercados, Batista reconheceu que no Brasil e nos Estados Unidos as possibilidades são praticamente nulas por conta de barreiras concorrenciais.
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A empresa já concentra participação significativa nos segmentos de bovinos, suínos e aves nesses mercados, o que limita qualquer avanço via fusões ou incorporações.
“No boi, porco e frango, eu não posso fazer aquisição nenhuma mais, pois nós temos ao redor de 20% a 25% do mercado norte-americano das três proteínas”, explicou.
Situação semelhante ocorre no Brasil, o que, na visão do empresário, inviabiliza a expansão local por meio de aquisições em alimentos processados.
Outro ponto destacado por Batista foi o impacto indireto de medicamentos como Mounjaro e Ozempic sobre a demanda global por proteínas.
Segundo ele, o uso crescente desses remédios para emagrecimento — já adotados com frequência por cerca de 15 milhões de americanos — está impulsionando o consumo de carne.
📊 Ainda não há dados concretos para mensurar esse efeito, mas Batista avaliou que a tendência favorece a indústria de alimentos no longo prazo.
Maior empresa de proteína animal do mundo em termos de faturamento sofre com ciclo do gado nos EUA.
Acordo vale para 3,8 mil trabalhadores da fábrica de carne bovina de Greeley, no Colorado.
Os títulos serão liquidados e emitidos em 13 de abril de 2026, desde que cumpridas as condições padrão para o fechamento da operação.
A agência manteve o rating com perspectiva estável e projetou um fluxo de caixa livre de US$ 925 milhões mesmo com dividendos de US$ 1 bilhão.
No acumulado de 2025, a receita totalizou US$ 86 bilhões, crescimento de 12% sobre 2024 e recorde histórico da companhia.
Terão direito aos proventos os acionistas com posição na companhia em 18 de maio de 2026.
A iniciativa faz parte da estratégia da empresa de ampliar a fabricação local de alimentos.
Os valores envolvidos na negociação não foram divulgados.
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