Binance começa a resgatar ativos roubados, mas não segura queda do Bitcoin (BTC)
Criptomoeda recuou 1,5% nas últimas horas e era negociada a US$ 76,7 mil por volta das 11h.
Enquanto o Bitcoin (BTC) atinge máximas recordes, duas corretoras de criptomoedas que já foram consideradas as maiores do setor acirram uma disputa. A FTX pede na Justiça uma restituição de US$ 1,76 bilhão contra a Binance, alegando ter perdido o valor de forma fraudulenta.
Tudo começou em 2019, quando a Binance adquiriu uma fatia de 20% da FTX. Dois anos depois, a adquirida resolveu recomprar as ações pelo equivalente a US$ 1,76 bilhões, pagos em tokens digitais das respectivas companhias.
E é justamente este ponto que a FTX busca apoio da Justiça, pois afirma que o pagamento teria sido feito à Alameda, uma empresa do mesmo grupo, mas que já estava em insolvência, sem capacidade de financiar o negócio.
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A exchange também acusou a Binance e seu ex-CEO, Changpend Zhao, de terem influenciado em uma retirada massiva de recursos em 2022. O executivo fez várias publicações nas redes sociais, classificadas pela FTX como “falsas, enganosas e fraudulentas”, ainda de acordo com os documentos enviados à Justiça.
Nesta segunda (11), a Binance reagiu ao último processo aberto: “as acusações são infundadas e nos defenderemos vigorosamente”, escreveu, por meio de nota.
No ano passado, a Justiça dos Estados Unidos aprovou o plano de Recuperação da Judicial da FTX que somava dívidas de US$ 11 bilhões. A maior parte deste montante era relativo a clientes que tinham criptomoedas, mas perderam depois da derrocada da empresa.
No mês passado, a empresa destacou que conseguiu reunir mais de US$ 16 bilhões para prosseguir com o pagamento. A Justiça autorizou o uso do valor em questão para honrar os mais de 2 milhões de investidores lesados.
Criptomoeda recuou 1,5% nas últimas horas e era negociada a US$ 76,7 mil por volta das 11h.
A campanha de Flávio Bolsonaro desconhece a autoria do site e nega contratação de perfis para promover a criptomoeda.
A criptomoeda voltou a superar a marca dos US$ 80 mil, mas ainda acumula perdas no ano.
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Com a disparada do Bitcoin, o investidor insistiu por anos em contatar a antiga gestão para reaver seus fundos.
Após o novo aporte, a empresa de Michael Saylor atinge 845.050 bitcoins sob custódia, somando cerca de US$ 66,1 bilhões.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
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