Brava Energia (BRAV3) reverte lucro e registra prejuízo de R$ 350 milhões no 1T26
O Ebitda ajustado atingiu R$ 1,628 bilhão, alta de 52% em relação ao primeiro trimestre de 2025.
💰 A Brava Energia (BRAV3) anunciou nesta quarta-feira (6) que os recebíveis relacionados ao financiamento do projeto de adaptação da unidade FPSO Atlanta, na Bacia de Santos, foram liquidados integral e antecipadamente pela Yinson Production Offshore.
Conforme fato relevante, a operação corresponde a uma captação de US$ 260 milhões, com US$ 4,5 milhões recebidos em julho de 2025 e US$ 255,5 milhões nesta data, além dos juros acumulados até o momento. A Brava informou ainda que a transação resultará em impactos positivos na geração de caixa operacional pelos próximos três anos, com valor presente estimado em mais de US$ 40 milhões.
💸 O objetivo principal da operação, de acordo com a companhia, é a otimização da estrutura de capital. "O principal objetivo da Transação é a otimização da estrutura de capital da Companhia, por meio da redução da alavancagem e contribuição à geração de caixa nos próximos anos", diz o comunicado.
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Importante ressaltar que esta transação faz parte do plano de liability management em andamento ao longo do ano, que também incluiu duas medidas concluídas em julho de 2025: o pré-pagamento da Debênture Potiguar, no valor de US$ 500 milhões e o pré-pagamento das Debêntures da 2ª Série da 1ª emissão, cerca de US$ 125 milhões, considerada a dívida local de maior custo da companhia.
💲 Além disso, o anúncio chega quase um mês depois da empresa bater seu recorde histórico de produção no 2º trimestre de 2025, alcançando uma média de 85,9 mil boe (barris de óleo equivalente por dia), um crescimento de 21% em comparação com o primeiro trimestre, que teve média de 70,8 mil boe/dia.
O Ebitda ajustado atingiu R$ 1,628 bilhão, alta de 52% em relação ao primeiro trimestre de 2025.
O desempenho do mês foi impulsionado principalmente pela produção offshore.
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Com as duas operações combinadas, a Ecopetrol passaria a deter 51% do capital da Brava, assumindo o controle da companhia.
Terão direito ao provento os acionistas com posição na base da empresa até esta segunda-feira (20).
O crescimento da produção foi sustentado, principalmente, pela performance dos campos de Atlanta e Papa-Terra.
Do total produzido em fevereiro, 52,4 mil boe/d vieram de ativos offshore.
A autorização, contudo, está condicionada a duas determinações, diz o comunicado.
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