Braskem (BRKM5) sofre revés na Justiça e afunda na B3; veja o que está em jogo
A empresa virou ré em ação sobre o afundamento de solo de cinco bairros de Maceió.
💸 A Braskem (BRKM5) registrou prejuízo de R$ 267 milhões no 2T25 (segundo trimestre de 2025), uma queda de 93% em relação ao mesmo intervalo de 2024, conforme balanço divulgado nesta quinta-feira de madrugada. O resultado foi impactado pela queda de 4 pontos percentuais na margem bruta frente ao trimestre anterior e por uma redução de cerca de R$ 700 milhões no resultado financeiro.
O Ebitda recorrente da empresa foi de R$ 427 milhões, representando uma queda em comparação aos R$ 1,67 bilhão registrados no mesmo período do ano anterior. Segundo a companhia, o movimento decorre da redução nos spreads internacionais de polietileno (PE) e PVC nos segmentos Brasil/América do Sul e México.
💰 Na outra ponta, a receita líquida atingiu R$ 17,86 bilhões no período, em comparação com os R$ 19,07 bilhões registrados no ano passado. “Essas condições impactaram os fluxos comerciais globais e afetaram as referências de preço no mercado internacional, resultando em uma redução em relação ao primeiro trimestre de 2025 de 10% e 12% nas referências internacionais de preços de PE", disse a companhia.
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A empresa declarou ainda que teve um consumo de caixa de R$ 1,45 bilhões, em comparação aos R$ 74 milhões registrados um ano antes. Do total de R$ 2,4 bilhões previstos para investimentos em 2025, R$ 515 milhões foram realizados até o encerramento do segundo trimestre.
🤑 Dias antes de divulgar seus números do 2º trimestre de 2025, a Braskem também informou outros dados. As vendas de resinas da companhia no Brasil cresceram 1% no 2º trimestre de 2025, em relação ao mesmo período do ano anterior, com elevações de 6% no PVC e 2% no PE, que superaram a queda de 3% no PP.
Na comparação trimestral, o volume aumentou 3%, resultado da antecipação de compras pela cadeia de transformação, motivada por preços internacionais mais baixos e pela perspectiva de aumento nas referências globais no segundo semestre, em meio a incertezas tarifárias.
A empresa virou ré em ação sobre o afundamento de solo de cinco bairros de Maceió.
Proposta prevê pagamento em debêntures e impulsiona ações da companhia na B3.
O anúncio fez as ações saltarem 4,49%, às 11h, desta terça-feira (9).
Ideia é que o Conselho de Administração possa decidir sobre o assunto, no lugar da assembleia de acionistas.
As informações também já haviam sido mencionadas no relatório financeiro trimestral.
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A empresa informou que, desde 2025, contratou assessores financeiros e jurídicos.
A receita líquida da companhia atingiu R$ 18,7 bilhões entre janeiro e março.
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