CSN (CSNA3) registra prejuízo líquido de R$ 555 milhões no 1T26, queda de 24,2%
A receita líquida atingiu R$ 13,8 bilhões entre janeiro e março, diz a empresa em comunicado.
💸 A BlackRock comunicou ao mercado na última quarta-feira (5) que sua participação na Cosan (CSAN3) foi reduzida para 2,222% em 28 de fevereiro. Essa participação era de 5,531% em junho de 2024.
Atualmente, a gestora detém, em conjunto, 41,49 milhões de ações ordinárias, o que corresponde a 2,22% do total emitido pela Cosan. Também possui 13,63 milhões de derivativos atrelados a essas ações, representando 0,73% do total.
Vale citar que em fevereiro UBS BB reduziu o preço-alvo da Cosan de R$23 para R$15, sendo um corte de 35%, mas manteve a recomendação de compra.
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💰 “Também aumentamos nosso desconto de holding para 25% de 15% (vs. faixa de negociação atual de 30-40% e média de 24% em 2024), refletindo um aumento de 550bps nas expectativas de taxas de juros para o preço-alvo de 2025”, explicaram os especialistas em relatório.
Apesar do desconto de holding de 42%, os analistas avaliam que os riscos de queda para a ação da Cosan são limitados. No entanto, eles alertaram que a dependência do desconto em relação às taxas de juros pode trazer riscos para a tese de investimento.
Os analistas reconheceram também que o aumento da taxa de juros impactou a alavancagem da companhia, mas elogiam a gestão pelos esforços de desalavancagem e veem a reestruturação da Raízen como um passo positivo para o longo prazo.
🗣️ “Esperamos que este seja um longo processo com volatilidade muito material (como visto na última semana) e incerteza sobre o que será o portfólio da Cosan e da Raízen em 2-3 anos”, alertaram.
A receita líquida atingiu R$ 13,8 bilhões entre janeiro e março, diz a empresa em comunicado.
Segundo fontes, a companhia recebeu ofertas não vinculantes pela CSN Cimentos, com Votorantim e Conch entre os interessados.
Debenturistas da 5ª emissão, que emprestaram dinheiro à companhia, receberão juros remuneratórios.
A venda da CSN Cimentos pode levantar mais de R$ 10 bilhões, enquanto a controladora mira R$ 18 bilhões em desinvestimentos.
Ações da Companhia Siderúrgica Nacional acumulam queda de -45% desde o final de janeiro de 2026.
Negociação pode envolver unidade de cimento e até CSN Mineração, que é listada na B3.
A redução das notas reflete os níveis persistentemente elevados de alavancagem bruta e líquida da CSN.
De acordo com a empresa, seguem em avaliação a venda de participação relevante em infraestrutura.
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