Bitcoin (BTC) salta aos US$ 81 mil após dados fracos de emprego nos EUA
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
O Bitcoin (BTC) começou a semana em forte queda. A criptomoeda recuou 4,71% nas últimas 24 horas, perdendo o patamar dos US$ 40 mil.
🪙 O Bitcoin era negociado por cerca de US$ 39.714 às 20h20 desta segunda-feira (22), o equivalente a cerca de R$ 199,4 mil. Contudo, chegou a tocar nos US$ 49 mil, quase R$ 240 mil, depois da aprovação dos ETFs de Bitcoin nos Estados Unidos.
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A SEC, Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, aprovou em 10 de janeiro o lançamento de ETFs de Bitcoin à vista, isto é, fundos negociados em Bolsa que seguem a cotação do principal representante do mercado de criptoativos.
📉 A decisão da SEC vinha impulsionando a cotação do Bitcoin. A criptomoeda bateu nos US$ 49 mil, o maior preço em dois anos, em 11 de janeiro, por exemplo. Mas, desde então, já caiu cerca de 18%.
Para especialistas, a queda reflete o ajuste do momento de euforia que rondou o lançamento dos ETFs de Bitcoin nos Estados Unidos. Além disso, o mercado começou esta semana de olho nos próximos dados da economia americana, que podem influenciar a decisão do Fed (Federal Reserve) sobre os juros dos Estados Unidos.
Ao aprovar os ETFs de Bitcoin, o presidente da SEC, Gary Gensler, fez um alerta sobre o risco de investir na criptomoeda. Ele disse que "o Bitcoin é principalmente um ativo especulativo e volátil que também é usado para atividades ilícitas".
🗣️ "Embora tenhamos aprovado a listagem e negociação de certos ETFs de Bitcoin à vista, não aprovamos nem endossamos o Bitcoin. Os investidores devem permanecer cautelosos sobre a miríade de riscos associados ao Bitcoin e aos produtos cujo valor está vinculado à criptografia", afirmou o presidente da SEC, em 10 de janeiro.
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Com a disparada do Bitcoin, o investidor insistiu por anos em contatar a antiga gestão para reaver seus fundos.
Após o novo aporte, a empresa de Michael Saylor atinge 845.050 bitcoins sob custódia, somando cerca de US$ 66,1 bilhões.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
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