Bitcoin busca recuperação e desponta como o melhor investimento de julho; veja ranking
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
O Bitcoin (BTC) começou a semana em forte queda. A criptomoeda recuou 4,71% nas últimas 24 horas, perdendo o patamar dos US$ 40 mil.
🪙 O Bitcoin era negociado por cerca de US$ 39.714 às 20h20 desta segunda-feira (22), o equivalente a cerca de R$ 199,4 mil. Contudo, chegou a tocar nos US$ 49 mil, quase R$ 240 mil, depois da aprovação dos ETFs de Bitcoin nos Estados Unidos.
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A SEC, Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, aprovou em 10 de janeiro o lançamento de ETFs de Bitcoin à vista, isto é, fundos negociados em Bolsa que seguem a cotação do principal representante do mercado de criptoativos.
📉 A decisão da SEC vinha impulsionando a cotação do Bitcoin. A criptomoeda bateu nos US$ 49 mil, o maior preço em dois anos, em 11 de janeiro, por exemplo. Mas, desde então, já caiu cerca de 18%.
Para especialistas, a queda reflete o ajuste do momento de euforia que rondou o lançamento dos ETFs de Bitcoin nos Estados Unidos. Além disso, o mercado começou esta semana de olho nos próximos dados da economia americana, que podem influenciar a decisão do Fed (Federal Reserve) sobre os juros dos Estados Unidos.
Ao aprovar os ETFs de Bitcoin, o presidente da SEC, Gary Gensler, fez um alerta sobre o risco de investir na criptomoeda. Ele disse que "o Bitcoin é principalmente um ativo especulativo e volátil que também é usado para atividades ilícitas".
🗣️ "Embora tenhamos aprovado a listagem e negociação de certos ETFs de Bitcoin à vista, não aprovamos nem endossamos o Bitcoin. Os investidores devem permanecer cautelosos sobre a miríade de riscos associados ao Bitcoin e aos produtos cujo valor está vinculado à criptografia", afirmou o presidente da SEC, em 10 de janeiro.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
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