Bitcoin busca recuperação e desponta como o melhor investimento de julho; veja ranking
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
O Bitcoin (BTC) bateu mais um recorde nesta sexta-feira (11), ao superar os US$ 118 mil pela primeira vez na história.
🪙 A criptomoeda atingiu a máxima de US$ 118,8 mil por volta das 6h40. Isto é, cerca de R$ 645 mil na cotação atual.
O Bitcoin vem batendo recordes sucessivos nos últimos dias. Para se ter ideia, o token era negociado por cerca de US$ 109 mil no início desta semana, mas cruzou a barreira até então inédita dos US$ 112 mil na quarta-feira (9) e aproximou-se dos US$ 114 mil na quinta-feira (10).
Na madrugada desta sexta-feira (11), o rali continuou, impulsionado pelo incentivo do governo de Donald Trump ao setor e também pelo maior interesse dos investidores institucionais na criptomoeda.
🚀 Os ETFs de Bitcoin atraíram volumes históricos nos últimos dias e novos fundos desse tipo estão a caminho do mercado. Além disso, cada vez mais empresas vêm incluindo o token nas suas estratégias de tesouraria, a exemplo da brasileira Méliuz (CASH3).
Com isso, o Bitcoin já avança mais de 9% na semana e voltou a brigar com a Amazon (AMZO34) pelo título de quinto ativo mais valioso do mundo.
Com mais essa alta, o Bitcoin era avaliado em US$ 2,352 trilhões por volta das 8h desta sexta-feira (11), segundo o site "Companies Market Cap".
📊 O token, portanto, estava bem próximo de ultrapassar o valor de mercado da Amazon, que era avaliada em US$ 2,359 trilhões no mesmo momento.
O Bitcoin já vale mais que empresas como Alphabet (GOGL34) e Meta (M1TA34), além de ativos como a prata. Mas, caso siga quebrando recordes, pode entrar no "top 5" dos ativos mais valiosos do mundo.
Veja os 10 ativos mais valiosos do mundo às 8h desta sexta-feira (12):
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
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