Bancos puxam recuperação do IBOV pós-Flávio, mas BBAS3 fica travado.
Ações do Banco do Brasil (BBAS3) não deslancharam com divulgação dos resultados do 1T26.
O Banco do Brasil (BBAS3) registrou um lucro líquido de R$ 9,3 bilhões no primeiro trimestre de 2024. O resultado é 8,8% maior que o do mesmo período de 2023.
De acordo com o BB, o dado é reflexo da "execução de uma estratégia direcionada à proximidade com o cliente e materializada, cada vez mais, na experiência Fígital, da concessão sustentável do crédito, da diversificação das receitas e do controle de custo".
Leia também: Banco do Brasil (BBAS3) pagará R$ 2,6 bilhões em dividendos e JCP
No primeiro trimestre de 2024, o Banco do Brasil obteve R$ 8,3 bilhões em receitas de prestação de serviços. A cifra subiu 2,6% em relação ao mesmo período de 2023, impulsionada sobretudo pela linhas de comissão de seguros, previdência e capitalização (+11,5%), administração de fundos (+5,8%) e consórcios (+20,3%).
Com isso, a margem financeira bruta do banco foi de R$ 25,7 bilhões, alta anual de 21,6%. O ROE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido) marcou 21,7%, contra 21% no primeiro trimestre de 2023 e 22,5% no quarto trimestre de 2023.
A carteira de crédito ampliada, que inclui títulos e valores mobiliários privados e garantias, alcançou R$ 1,14 trilhão, com uma alta de 10,2%.
Já o índice de inadimplência subiu de 2,6% para 2,90% em um ano. O BB ressaltou, contudo, que a taxa segue abaixo da média do sistema financeiro nacional (3,20%).
Com isso, as provisões contra o risco de crédito somaram R$ 8,5 bilhões. A cifra é 45,9% maior que a do mesmo período de 2023, mas reduziu 14,4% em relação ao quarto trimestre do ano passado.
De acordo com o banco, a despesa com provisões "está alinhada ao tamanho da carteira de crédito e reflete também os movimentos de normalização dos índices de inadimplência das carteiras PJ e Agro, que estavam abaixo da média histórica".
Com a alta do lucro, o Banco do Brasil anunciou o pagamento de R$ 2,6 bilhões em dividendos e JCP (Juros sobre o Capital Próprio). Os proventos somam um valor bruto de aproximadamente R$ 0,45 por ação e serão pagos no dia 21 de junho para os acionistas registrados em 11 de junho.
Ações do Banco do Brasil (BBAS3) não deslancharam com divulgação dos resultados do 1T26.
Com uma queda de 53% na base anual, e o guidance revisado para baixo, o espaço para proventos extras desapareceu, segundo o CFO do banco.
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Com ROE de 7,3% no período, o Banco do Brasil fica abaixo dos pares, pressionado pela inadimplência no setor agropecuário.
Somados aos R$ 400 milhões já pagos na última segunda-feira (11), o banco distribui R$ 866 milhões em proventos do 1T26.
O banco irá divulgar seus números do 1º trimestre de 2026 nesta quarta-feira (13).
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