Bancos puxam recuperação do IBOV pós-Flávio, mas BBAS3 fica travado
Ações do Banco do Brasil (BBAS3) não deslancharam com divulgação dos resultados do 1T26.
O Banco do Brasil (BBAS3) paga cerca de R$ 2,4 bilhões em JCP (Juros sobre o Capital Próprio) nesta quinta-feira (12). Isto é, o equivalente a um valor bruto de aproximadamente R$ 0,42 por ação.
💰 O valor se refere aos dividendos complementares do primeiro trimestre e à remuneração antecipada deste segundo trimestre de 2025. Os proventos foram anunciados em 15 e 21 de maio, respectivamente. Veja os detalhes:
Nos dois casos, garantiram direito ao JCP os acionistas registrados no último dia 2 de junho. As ações do Banco do Brasil são negociadas na condição de ex-direitos desde 3 de junho.
Vale lembrar que o pagamento de JCP está sujeito à retenção de 15% de IR. Por isso, o valor líquido por ação será menor para os acionistas que não têm direito a isenção ou imunidade tributária.
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O Banco do Brasil tem a meta de distribuir de 40% a 45% do lucro líquido de 2025 aos acionistas, sob a forma de dividendos e/ou JCP.
🔎 Diante das dificuldades enfrentadas pelo banco, no entanto, os analistas do Itaú BBA acreditam que esse guidance não deve ser cumprido.
O Itaú BBA acredita que o BB vai entregar um payout de 30% em 2025, o que implicaria um DY (Dividend Yield) de 6%. Isso porque, para a casa, a instituição ainda terá mais alguns trimestres difíceis pela frente. Veja aqui a análise do Itaú BBA.
O lucro do Banco do Brasil encolheu 20,7% no primeiro trimestre, para R$ 7,37 bilhões. O resultado foi impactado pelo aumento da inadimplência no setor agropecuário, além da alta da Selic e de mudanças regulatórias, já que uma nova resolução do Banco Central exigiu um aumento substancial das provisões para perdas esperadas.
Ações do Banco do Brasil (BBAS3) não deslancharam com divulgação dos resultados do 1T26.
Com uma queda de 53% na base anual, e o guidance revisado para baixo, o espaço para proventos extras desapareceu, segundo o CFO do banco.
Analistas alertam para aumento do risco de crédito e ações oscilam forte na B3.
Com ROE de 7,3% no período, o Banco do Brasil fica abaixo dos pares, pressionado pela inadimplência no setor agropecuário.
Somados aos R$ 400 milhões já pagos na última segunda-feira (11), o banco distribui R$ 866 milhões em proventos do 1T26.
O banco irá divulgar seus números do 1º trimestre de 2026 nesta quarta-feira (13).
Analistas se debruçam para estimar quanto será o lucro líquido e as taxas dos indicadores fundamentalistas.
O novo título de renda fixa do governo chegará primeiro aos correntistas do Banco do Brasil (BBAS3).
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