Banco do Brasil (BBAS3) cria 'cofrinho' exclusivo para proventos
A ideia é facilitar o direcionamento dos proventos recebidos para aplicações.
O Banco do Brasil (BBAS3) paga cerca de R$ 2,4 bilhões em JCP (Juros sobre o Capital Próprio) nesta quinta-feira (12). Isto é, o equivalente a um valor bruto de aproximadamente R$ 0,42 por ação.
💰 O valor se refere aos dividendos complementares do primeiro trimestre e à remuneração antecipada deste segundo trimestre de 2025. Os proventos foram anunciados em 15 e 21 de maio, respectivamente. Veja os detalhes:
Nos dois casos, garantiram direito ao JCP os acionistas registrados no último dia 2 de junho. As ações do Banco do Brasil são negociadas na condição de ex-direitos desde 3 de junho.
Vale lembrar que o pagamento de JCP está sujeito à retenção de 15% de IR. Por isso, o valor líquido por ação será menor para os acionistas que não têm direito a isenção ou imunidade tributária.
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O Banco do Brasil tem a meta de distribuir de 40% a 45% do lucro líquido de 2025 aos acionistas, sob a forma de dividendos e/ou JCP.
🔎 Diante das dificuldades enfrentadas pelo banco, no entanto, os analistas do Itaú BBA acreditam que esse guidance não deve ser cumprido.
O Itaú BBA acredita que o BB vai entregar um payout de 30% em 2025, o que implicaria um DY (Dividend Yield) de 6%. Isso porque, para a casa, a instituição ainda terá mais alguns trimestres difíceis pela frente. Veja aqui a análise do Itaú BBA.
O lucro do Banco do Brasil encolheu 20,7% no primeiro trimestre, para R$ 7,37 bilhões. O resultado foi impactado pelo aumento da inadimplência no setor agropecuário, além da alta da Selic e de mudanças regulatórias, já que uma nova resolução do Banco Central exigiu um aumento substancial das provisões para perdas esperadas.
A ideia é facilitar o direcionamento dos proventos recebidos para aplicações.
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