Ex-queridinha? Banco do Brasil (BBAS3) deixa a lista de compras de Luiz Barsi
Barsi investe no BB há mais de 50 anos, mas não pretende ampliar a sua posição no banco agora.
🏦 A XP Investimentos ajustou as projeções para o Banco do Brasil (BBAS3) para o final de 2025. A casa de análise aumentou o preço-alvo de R$ 37 para R$ 41, representando um potencial de quase 50% (sendo 48,8%) em relação ao preço de fechamento da última quinta-feira (10).
“Apesar do provável cenário macroeconômico desafiador em 2025 e da maior inadimplência na carteira de Agronegócio (cerca de 1/3 da carteira de crédito do BB), esperamos que o lucro líquido cresça 4% em relação a 2024”, diz o relatório. Para os analistas, os resultados devem ser favorecidos, sobretudo, pelas taxas de juros altas.
Mesmo com a valorização de mais de 17% no ano, a XP Investimentos continuou recomendando a compra de BBAS3. Segundo a XP, a carteira defensiva do banco garante uma proteção adicional em um cenário macroeconômico possivelmente pior, além de um dividend yield relevante, de cerca de 10%, e o potencial de alta das ações.
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💰 “No final de 2024, o índice BIS havia diminuído para 13,8%. No entanto, para 2025, estimamos que a flexibilização da curva de juros, combinada com o crescimento de um dígito na carteira de empréstimos, será mais do que suficiente para restaurar os índices de capital”, avaliaram.
Nos meses passados outros dois bancos também aumentaram suas apostas no Banco do Brasil. De um lado o BofA (Bank of America) subiu o preço-alvo de R$ 29 para R$ 31. Segundo os analistas, o preço-alvo considera o desconto nos papéis e a previsão de dividendos altos em 2025 – a estimativa é de que o "Dividend Yield" alcance 9% este ano.
Na outra ponta, o preço-alvo das ações do banco foi ajustado pelo Citi de R$ 26 para R$ 30. A atualização se justifica pela incorporação, no modelo da instituição, de um retorno sobre o patrimônio líquido sustentável de 15,5%.
💲 O relatório ainda aponta que os múltiplos de valor patrimonial pelos quais a ação é negociada indicam um custo de captação de cerca de 17%, comparável ao dos pares privados. Se a política de pagamento de lucros via dividendos permanecer entre 40% e 45%, o Citi prevê que a ação oferecerá um retorno de dividendos na casa dos dois dígitos percentuais.
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