Bitcoin (BTC) salta aos US$ 81 mil após dados fracos de emprego nos EUA
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
📈 O preço do Bitcoin (BTC) segue flertando nesta sexta-feira (22) a barreira psicológica dos US$ 100 mil, após ter rompido mais um topo histórico. No entanto, o rali de valorização da maior criptomoeda do mundo em valor de mercado está sendo ofuscado pelo desempenho exponencial de duas altcoins (quaisquer criptomoedas que não são o Bitcoin) no curto prazo.
No acumulado dos últimos sete dias, o token XPR Ledger (XPR) soma ganhos de 63%, sendo negociado por volta de US$ 1,45, ao passo que o BTC avançou apenas 8,3% no mesmo período. Mesmo assim, o Bitcoin segue com ampla dominância no setor (59%), com valor de mercado de quase US$ 2 trilhões.
Como pano de fundo, os entusiastas do mercado cripto têm reagido às possibilidades ventiladas de que Gary Gensler, presidente da Securities and Exchange Commission (SEC), órgão equivalente à nossa CVM nos Estados Unidos, deve deixar o cargo como maior regulador de ativos em Wall Street em janeiro de 2025.
Vale resgatar o episódio em que Gensler, em nome da SEC, travou uma dura batalha contra a criptomoeda XPR e seus fundadores, que formaram a Ripple Labs.
Mas, agora, o ativo digital está atingindo o seu maior patamar de preço desde 2021, embora seu ATH (All Time High - sua maior cotação histórica, na tradução em português) esteja ainda 62% distante, quando bateu em US$ 3,84, conforme dados do Investidor10.
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Já o token Stellar (XLM) teve um desempenho percentual ainda mais íngreme, com valorização de 140% nos últimos sete dias, cotado a US$ 0,34.
No monitoramento do site cripto especializado Decrypt, trata-se da altcoin que teve o maior lucro entre as 100 principais criptomoedas (classificadas por capitalização de mercado) no último dia.
No caso, o token XLM é uma rede descentralizada de pessoas-para-pessoas (P2P) criada em 2014 e lançada com o propósito de conectar os sistemas financeiros do mundo e garantir um protocolo para provedores de pagamento e instituições financeiras.
🎯 O público-alvo do Stellar são os habitantes de países em desenvolvimento (caso do Brasil), usuários comuns que têm acesso à economia global por meio de transações rápidas, simples e baratas.
A Stellar Network faz uso extensivo de Lumens para produzir convecção ao vivo, bem como para enviar dinheiro em várias moedas; a moeda é enviada de um par, e o destinatário pode receber o valor em outra moeda.
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Com a disparada do Bitcoin, o investidor insistiu por anos em contatar a antiga gestão para reaver seus fundos.
Após o novo aporte, a empresa de Michael Saylor atinge 845.050 bitcoins sob custódia, somando cerca de US$ 66,1 bilhões.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
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