O AGRI11 é um ETF brasileiro listado na B3 que busca refletir o desempenho do setor agropecuário, por meio da replicação de um índice local composto por ativos relacionados ao agronegócio. O fundo é gerido pela BB Gestão de Recursos DTVM S.A. e negociado no mercado secundário da bolsa brasileira, permitindo acesso a esse segmento por meio de um veículo de renda variável.
Classificado como ETF de ações, o AGRI11 adota gestão passiva. A estratégia consiste em replicar o índice IAGRO-FFS B3, calculado pela B3, que busca refletir as variações de uma carteira teórica composta por ativos ligados ao setor agropecuário brasileiro.
A carteira é composta por empresas e ativos relacionados ao agronegócio, incluindo segmentos como alimentos, papel e celulose, atividades agrícolas, logística e serviços. A ponderação segue critérios definidos pelo índice, com rebalanceamentos periódicos para manter a aderência à metodologia.
Composição e perfil de exposição
O ETF AGRI11 oferece exposição a:
- Empresas do setor agropecuário brasileiro, como AGRO3 (Brasil Agro), BRFS3 (BRF), CAML3 (Camil), CSAN3 (Cosan), DXCO3 (Dexco), GMAT3 (Grupo Mateus), HBSA3 (Hidrovias), RANI3 (Irani) e JALL3 (Jalles Machado).
De acordo com a composição apresentada no relatório, há participação relevante de setores como alimentos, papel e celulose e atividades agrícolas, além de outros segmentos complementares da cadeia produtiva.
O AGRI11 busca refletir o desempenho do índice IAGRO-FFS B3, utilizado como referência para acompanhar a dinâmica do agronegócio no mercado de capitais brasileiro.
Estrutura e custos
A criação e o resgate de cotas são realizados por participantes autorizados. O fundo não possui taxa global de administração, gestão ou distribuição, conforme informado no regulamento.
Não há taxa de performance e não há distribuição recorrente de rendimentos, sendo os resultados refletidos diretamente no valor das cotas. Seu prazo de duração é indeterminado.
História e evolução do ETF
O AGRI11 foi lançado em 2022, com o objetivo de facilitar o acesso ao setor do agronegócio por meio da bolsa brasileira.
Ao longo do tempo, passou a integrar a oferta de ETFs setoriais no Brasil, acompanhando o desenvolvimento do agronegócio como um dos principais pilares da economia nacional.
Nos últimos anos, seu comportamento tem refletido as oscilações do setor agropecuário, sendo influenciado por fatores como condições climáticas, preços internacionais de commodities, câmbio, demanda global e dinâmica da produção agrícola.