Taxas do Tesouro Renda+ 2065 batem mínima desde junho; veja lucro na marcação

Títulos de longo prazo da renda fixa brasileira experimentam períodos relevantes de ganhos em 2026.

Publicado em 24/08/2026 às 17:22h Publicado em 24/08/2026 às 17:22h por Lucas Simões
Quanto maior é o prazo de vencimento no Tesouro Direto, maior é o seu potencial de lucro (Imagem: Shutterstock)
Quanto maior é o prazo de vencimento no Tesouro Direto, maior é o seu potencial de lucro (Imagem: Shutterstock)
As taxas praticadas no Tesouro Direto nesta segunda-feira (24) operavam mistas, com rendimentos de títulos públicos de curto prazo subindo, enquanto os vencimentos no longo prazo cediam. Mas já temos um destaque neste início de semana.
A remuneração ofertada pelo Tesouro Renda+ 2065, a renda fixa do governo com o maior prazo de vencimento disponível, atingiu o seu menor patamar desde meados de junho, ao pagar IPCA+ 7,11% ao ano.
Vale recordar que, no final de julho de 2026, o mesmo título público que proporciona aposentadoria extra mensal aos poupadores por 20 anos remunerava IPCA+ 7,36% ao ano, o maior nível de juros compostos já registrado em 2026.
Ou seja, para quem se travou na taxa de IPCA+ 7,36% ao ano e agora observa o título público remunerar IPCA+ 7,11% ao ano, já colhe uma valorização de +12% em menos de 30 dias corridos. 
Afinal de contas, o preço unitário saltou de R$ 168,74 no pico de taxa para os atuais R$ 188,52, à medida que o Tesouro Direto também pegou carona nas intervenções anunciadas pelo governo dos Estados Unidos para conter os juros compostos recordes no mercado de renda fixa americano.

Veja o retorno dos títulos do Tesouro Direto em 24 de agosto de 2026:

Títulos com liquidez diária

  • Tesouro Selic 2031 = Aporte mínimo de R$ 196,67 (Rentabilidade: Selic + 0,0731% ao ano)

Títulos pré-fixados

Títulos indexados à inflação

Títulos para aposentadoria extra

Títulos para custear estudos