Memecoin dispara 34% em apenas 1 dia devido à short squeeze
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
O ano de 2025 terminou com o ouro batendo recordes, a bolsa em alta e a renda fixa impulsionada pelos juros altos.
🪙 Com isso, só duas aplicações terminaram o ano dando prejuízo para os seus investidores: o Bitcoin (BTC) e o dólar.
O Bitcoin liderou as perdas do ano, com uma desvalorização de 17,62%, segundo levantamento da Elos Ayta Consultoria.
Afinal, foi pressionado pela pelo temor de uma bolha de IA (Inteligência Artificial) e pelas incertezas globais.
O dólar também não escapou e terminou o ano com uma baixa de 11,14% frente ao real, a maior desde 2016.
A moeda, contudo, foi pressionada sobretudo pelas tarifas impostas por Donald Trump e pela redução dos juros americanos, que fez os investidores buscarem proteção em ativos como o ouro e a olhar para outros mercados.
🚀 O metal precioso liderou os ganhos do ano, com uma valorização de 65,24%. O Ibovespa veio logo depois, com uma alta de 33,95%, a maior desde 2016.
Com a bolsa brasileira de volta ao foco dos investidores estrangeiros, o Ibovespa bateu recordes sucessivos ao longo do ano e fechou acima dos 161 mil pontos.
Mas os ganhos não ficaram apenas com as grandes empresas da bolsa brasileira. As small caps e o IFIX, índice que representa os FIIs (Fundos Imobiliários), também subiram mais de 20% no ano.
💰 Já o IDIV, o índice de dividendos da B3, avançou quase 30%, com as empresas antecipando proventos para escapar das mudanças tributárias previstas para 2026.
A partir do próximo ano, os dividendos que passarem de R$ 50 mil por mês por pessoa serão taxados em 10% e a alíquota de IR (Imposto de Renda) dos JCP (Juros sobre Capital Próprio) vai subir de 15% para 17,5%.
As bolsas americanas também fecharam o ano no azul, apesar das incertezas globais. Por isso, quem investiu em BDRs (Brazilian Depositary Receipts) também se deu bem.
💲 Com a Selic em 15% ao ano desde junho, a renda fixa também garantiu ganhos robustos para os investidores. Segundo a Elos Atyta Consultoria, o CDI rendeu 14,20% no ano e a poupança, 8,19%.
O destaque do ano, contudo, ficou mesmo com o ouro e a bolsa brasileira.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
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