Raízen (RAIZ4) convence mais credores de recuperação extrajudicial
O apoio à reestruturação subiu para 80,15%, elevando as chances de homologação judicial.
🚜 A produtora de açúcar e etanol Raízen (RAIZ4) reportou um prejuízo líquido de R$ 158,3 milhões no segundo trimestre da atual safra 2024/2025, revertendo o lucro de R$ 28,4 milhões obtido um ano antes, conforme resultados divulgados nesta terça-feira (12).
Para a companhia, o desempenho negativo no período que corresponde ao terceiro trimestre do ano (3T24) reflete a sazonalidade na comercialização, principalmente do etanol, e maior despesa contábil com imposto de renda, apesar dos avanços na venda de açúcar.
Vale mencionar que os eventos climáticos ocorridos no Brasil, com forte estiagem e incêndios de grandes proporções, geraram uma reação rápida e coordenada para mitigação e prevenção de danos ao patrimônio da Raízen e de outras empresas do setor sucroalcooleiro.
🌾 Apesar da redução das expectativas quanto a esta safra, a companhia espera um desempenho em torno de 78,5 a 80 milhões de toneladas de cana-de-açúcar moída, substancialmente maior do que houve em outros anos de eventos climáticos semelhantes.
Já o ebitda ajustado (lucro antes de impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 3,7 bilhões no período da safra, queda de 2% na comparação anual. Enquanto isso, a geração primária de caixa alcançou R$ 2,3 bilhões, recuou de 9%, respectivamente, com investimentos somando R$ 2,4 bilhões, alta de 4%.
A receita operacional líquida da Raízen totalizou R$ 72,9 bilhões no trimestre passado, crescimento de 23% na base anual. Conforme sua administração, os novos patamares de preços de açúcar e a recuperação dos preços do etanol, em todas as suas modalidades, trazem confiança quanto à evolução da rentabilidade adiante.
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O apoio à reestruturação subiu para 80,15%, elevando as chances de homologação judicial.
A adesão foi alcançada antes do prazo de 90 dias previsto na legislação.
A transação inclui a refinaria Dock Sud, localizada em Buenos Aires.
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