Raízen (RAIZ4) nomeia Felix Faber como vice-presidente do conselho
Faber acumula mais de 26 anos de experiência no setor de energia.
⛽ A Raízen (RAIZ4) informa ao mercado nesta quinta-feira (12) que precificou a emissão de US$ 1 em títulos de renda fixa em dólar, no mercado internacional.
No caso, a fabricante de açúcar e maior produtora de etanol do mundo lançou ao mercado sua emissão de Green Notes, cujos vencimentos acontecem em janeiro de 2035, com taxa prefixada de 5,07% ao ano.
Conforme o comunicado divulgado, as Green Notes serão garantidas pela Raízen e sua empresa controlada, a Raízen Energia. Já a conclusão da operação é esperada para o dia 17 de setembro de 2024.
Os títulos de renda fixa em dólar serão distribuídas em operações isentas de registro nos Estados Unidos para investidores institucionais qualificados e para cidadãos não norte-americanos domiciliados fora dos Estados Unidos.
➡️ Leia mais: Eletrobras (ELET3) emite títulos de renda fixa em dólar
Por que a Raízen está pegando dinheiro emprestado?
O dinheiro emprestado pelos investidores de renda fixa em dólar à Raízen serão usados para o pagamento de dívidas da companhia, além da gestão ordinária de seus negócios.
♻️ A empresa ligada ao agronegócio também afirma que pretende usar parte desses US$ 1 bilhão para a realização de investimentos em projetos e ativos selecionados segundo as boas práticas de sustentabilidade da Raízen.
Já a nota de crédito (rating) dos Green Notes seguiu a mesma avaliação da Raízen (BBB, avaliação dada pelas agências de classificação de Fitch e S&P), a nota de crédito mínima para que o título de renda fixa tenha o chamado Grau de Investimento.
Faber acumula mais de 26 anos de experiência no setor de energia.
O negócio envolve a Usina Caarapó, que fica no Mato Grosso do Sul e moeu 3,5 milhões de toneladas na safra 24/25.
A empresa tem até 31 de março de 2027 para detalhar à bolsa como pretende reenquadrar suas ações acima do preço mínimo exigido.
O Norges Bank passou a administrar 60.681.900 ações preferenciais da Raízen.
A companhia teve prejuízo de R$ 7,3 bilhões no 4T da safra 2025/26, agravando a perda de R$ 2,5 bilhões registrada no mesmo período anterior.
O apoio à reestruturação subiu para 80,15%, elevando as chances de homologação judicial.
A adesão foi alcançada antes do prazo de 90 dias previsto na legislação.
A transação inclui a refinaria Dock Sud, localizada em Buenos Aires.
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