Petrobras (PETR4) desbanca franceses e cataris e arremata 12 blocos na Bacia de Campos
A estatal desembolsa quase R$ 3 bilhões em bônus de assinatura, escanteando TotalEnergies e QatarEnergy.
💭 A Petrobras (PETR4) anunciou que solicitou participação como terceira interessada no processo de análise do acordo que envolve a potencial aquisição das ações da NSP — subsidiária da Novonor — pelo empresário Nelson Tanure. A Novonor é controladora da Braskem (BRKM5) com 50,1% do capital votante, enquanto a Petrobras possui 47%.
O empresário e a Novonor solicitaram, no início deste mês, autorização ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para uma possível transação envolvendo o controle da Braskem. A operação foi aprovada sem restrições alguns dias depois.
“A decisão pela aprovação da transação está sujeita à observância do prazo legal de 15 dias para eventuais manifestações de terceiros ou avocação do tribunal do Cade, que se iniciará a partir da publicação do referido despacho”, informou a empresa em comunicado enviado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários).
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📃 Na véspera, a Petrobras destacou que o acordo de acionistas da Braskem,, garante à estatal os direitos de preferência e de “tag along” em eventuais alienações, diretas ou indiretas, das ações da Braskem atualmente detidas pela Novonor. A companhia acrescentou que está no aguardo da decisão do Cade sobre o seu pedido de ingresso no procedimento.
"Por fim, a companhia reafirma que não há decisão tomada em relação à sua participação na Braskem e que decisões sobre investimentos e desinvestimentos são pautadas em análises criteriosas e estudos técnicos, em observância às práticas de governança e aos procedimentos internos aplicáveis", finalizou a companhia em comunicado.
A estatal desembolsa quase R$ 3 bilhões em bônus de assinatura, escanteando TotalEnergies e QatarEnergy.
Nesta sexta-feira (2), a petroleira superou R$ 700 bilhões em valor de mercado pela 1ª vez, e o motivo do salto não foi o petróleo.
O achado foi realizado no poço Morpho, em águas ultraprofundas da costa do Amapá.
Nesta quinta-feira (1º), a estatal elevou em 11,8% o preço do QAV, que já acumulou alta superior a 25% em apenas dois meses.
Ministério Público Federal pede paralisação imediata dos trabalhos de perfuração na região.
O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais não encontrou provas suficientes para favorecer a estatal.
Pelo acordo, a Petrobras comprará 0,8 milhão de toneladas por ano de GNL.
O petróleo tipo Brent já flerta os US$ 106 por barril e favorece as petroleiras brasileiras.
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