Petrobras rompe R$ 700 bilhões pela primeira vez na história; veja o motivo
Nesta sexta-feira (2), a petroleira superou R$ 700 bilhões em valor de mercado pela 1ª vez, e o motivo do salto não foi o petróleo.
A Petrobras (PETR4) anunciou a aprovação da oitava emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, no valor de R$ 3 bilhões. A emissão será feita em até três séries, sem privilégios, e será objeto de oferta pública de distribuição, conforme decisão da diretoria executiva da empresa.
💸 Segundo a Petrobras, os recursos captados com a emissão de debêntures serão aplicados no custeio de gastos, despesas ou dívidas vinculados aos investimentos em projetos prioritários, que serão detalhados na escritura de emissão. A empresa irá protocolar o pedido de registro da oferta na CVM (Comissão de Valores Mobiliários).
"O presente Fato Relevante tem caráter exclusivamente informativo, nos termos da legislação em vigor, e não deve ser interpretado ou considerado, para todos os fins e efeitos legais, como um material de venda e/ou de divulgação da Emissão de Debêntures e/ou da Oferta. Fatos julgados relevantes a respeito da Emissão de Debêntures e da Oferta serão tempestivamente divulgados ao mercado", diz o comunicado.
💰 As debêntures são títulos de crédito que permitem às empresas captar recursos no mercado de capitais. Quem investe em debêntures empresta dinheiro para a empresa realizar grandes investimentos, como a expansão de suas operações no exterior, funcionando de forma semelhante aos títulos públicos negociados no Tesouro Direto.
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Nesta sexta-feira (2), a petroleira superou R$ 700 bilhões em valor de mercado pela 1ª vez, e o motivo do salto não foi o petróleo.
O achado foi realizado no poço Morpho, em águas ultraprofundas da costa do Amapá.
Nesta quinta-feira (1º), a estatal elevou em 11,8% o preço do QAV, que já acumulou alta superior a 25% em apenas dois meses.
Ministério Público Federal pede paralisação imediata dos trabalhos de perfuração na região.
O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais não encontrou provas suficientes para favorecer a estatal.
Pelo acordo, a Petrobras comprará 0,8 milhão de toneladas por ano de GNL.
O petróleo tipo Brent já flerta os US$ 106 por barril e favorece as petroleiras brasileiras.
O repasse contempla as operações realizadas pela estatal entre os dias 16 e 31 de julho de 2026.
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