Petrobras rompe R$ 700 bilhões pela primeira vez na história; veja o motivo
Nesta sexta-feira (2), a petroleira superou R$ 700 bilhões em valor de mercado pela 1ª vez, e o motivo do salto não foi o petróleo.
🗣️ A Petrobras (PETR4) precisou prestar explicações à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) depois que a Reuters divulgou que análises preliminares para retomar investimentos em etanol favorecem o milho como matéria-prima, segundo fontes da agência.
O relatório também indicava o interesse da empresa em expandir a produção nas regiões Norte e Nordeste, deficitárias no mercado de biocombustíveis, mas com forte crescimento na produção de milho. A CVM questionou a veracidade das informações e solicitou esclarecimentos sobre por que não configuram fato relevante para o mercado.
Em sua resposta, a Petrobras destacou que o plano de negócios 2025-2029, anunciado em novembro de 2024, prevê investimentos no setor de etanol, prioritariamente via parcerias estratégicas minoritárias ou de controle compartilhado com empresas importantes do segmento.
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💬 “Neste sentido, a Petrobras conduz diversos estudos e análises de possibilidades de negócios nos segmentos de bioprodutos, que incluem as cadeias de etanol. A companhia esclarece que não há definição quanto à matéria-prima a ser utilizada nos projetos de produção de etanol”, diz o comunicado.
Segundo a companhia, as escolhas relacionadas a investimentos seguem análises detalhadas e estudos técnicos, e somente quando caracterizarem fato relevante serão comunicadas ao mercado. "Pelo exposto, as informações divulgadas na matéria não caracterizam Fato Relevante", disse a empresa.
Nesta sexta-feira (2), a petroleira superou R$ 700 bilhões em valor de mercado pela 1ª vez, e o motivo do salto não foi o petróleo.
O achado foi realizado no poço Morpho, em águas ultraprofundas da costa do Amapá.
Nesta quinta-feira (1º), a estatal elevou em 11,8% o preço do QAV, que já acumulou alta superior a 25% em apenas dois meses.
Ministério Público Federal pede paralisação imediata dos trabalhos de perfuração na região.
O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais não encontrou provas suficientes para favorecer a estatal.
Pelo acordo, a Petrobras comprará 0,8 milhão de toneladas por ano de GNL.
O petróleo tipo Brent já flerta os US$ 106 por barril e favorece as petroleiras brasileiras.
O repasse contempla as operações realizadas pela estatal entre os dias 16 e 31 de julho de 2026.
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