Meio/Ideia: Lula abre vantagem com 38% e lidera cenários de 1º turno

Nas simulações de segundo turno, Lula também aparece à frente dos adversários avaliados.

Publicado em 28/05/2026 às 10:40h Publicado em 28/05/2026 às 10:40h por Elanny Vlaxio
O levantamento também aponta que 51,4% dos entrevistados desaprovam a gestão Lula (Imagem: Shutterstock)
O levantamento também aponta que 51,4% dos entrevistados desaprovam a gestão Lula (Imagem: Shutterstock)
Pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quinta-feira (28) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança das intenções de voto para a eleição presidencial de 2026. O levantamento mostra o petista com 38,5% no principal cenário estimulado de primeiro turno, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece com 31,5%. Veja o cenário do 1º turno:
  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – 38,5%;
  • Flávio Bolsonaro (PL) – 31,5%;
  • Ronaldo Caiado (PSD) – 5,5%;
  • Romeu Zema (Novo) – 2,4%;
  • Renan Santos (Missão) – 2,1%;
  • Outros – 4,4%;
  • Brancos/nulos – 5,1%;
  • Não soube responder – 10,5%.
O resultado indica ampliação da vantagem de Lula em relação ao levantamento anterior, quando os dois apareciam em situação de empate técnico. Segundo a pesquisa, o presidente lidera todos os cenários de primeiro turno testados.
Nas simulações de segundo turno, Lula também aparece à frente dos adversários avaliados. Contra Flávio Bolsonaro, o presidente registra 46,5% das intenções de voto, enquanto o senador soma 41,4%. Três semanas antes, Flávio tinha 45,3%, contra 44,7% de Lula. O desempenho de Flávio Bolsonaro sofreu impacto após a repercussão do caso envolvendo áudios relacionados ao empresário Daniel Vorcaro.
Além disso, o levantamento aponta que 51,4% dos entrevistados desaprovam a gestão Lula, enquanto 35,6% classificam a administração como “ótima ou boa”. Outros 40,7% consideram o governo “ruim ou péssimo”, e 21,7% avaliam a gestão como “regular”. A pesquisa ainda mostra que Lula lidera o índice de rejeição entre os possíveis candidatos testados para 2026, sendo rejeitado por 46,7% dos entrevistados.