ETFs de Bitcoin ficam no azul e abrem espaço para rali de curto prazo
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
🏆 O Bitcoin (BTC) atingiu nesta segunda-feira (11) uma nova marca importante na sua cotação para o real. Durante a tarde, a criptomoeda rompeu a barreira dos R$ 500 mil, conforme dados do monitor CoinMarketCap.
A cotação da principal criptomoeda do mercado já vinha subindo nas últimas semanas, mas se intensificou depois que Donald Trump conquistou a presidência dos Estados Unidos. No intervalo de uma semana, a criptomoeda avançou mais de 16%, de acordo com os monitores.
Essa é a maior cotação que a criptomoeda já viu em sua história. O recorde anterior havia sido registrado no final de julho, quando alcançou a marca de R$ 381,8 mil, superando os números registrados em 2021.
🪁 Leia mais: Veja ação que subiu de 30% na B3 com vitória de Trump
Em relação ao dólar, a cripto ensaia romper a barreira dos US$ 90 mil, o que pode acontecer nos próximos dias, caso o movimento de alta se mantenha. Desde o começo do ano, cada unidade do Bitcoin praticamente dobrou de valor na cotação da moeda norte-americana.
Não há muita certeza por parte do mercado sobre até quando vai esse movimento de alta do Bitcoin, mas alguns especialistas destacam que os investidores devem aproveitar essa euforia. Um relatório recente da Andreessen Horowitz destacou que ainda é muito cedo para saber o que vai acontecer com a regulação de criptos nos EUA, mas o que já se sabe é suficiente para a indústria de ativos digitais.
“Estamos muito otimistas de que o governo agora promoverá a inovação, acelerará o progresso e permitirá que o ecossistema de criptomoedas prospere nos EUA. Isso permitirá um futuro em que podemos oferecer os muitos benefícios ao consumidor com os quais estamos entusiasmados”, escreveram os analistas Miles Jennings, Michele Korver e Brian Quintenz.
Atualmente, a capitalização do Bitcoin é de R$ 9 trilhões, acima de companhias como Meta e Tesla. De acordo com o CompaniesMarketCAp, esse é oitava ativo mais valioso do mundo, encostado na prata.
Outra criptomoeda que tem reagido às eleições nos Estados Unidos é a Ethereum (ETH). No último mês, o ativo avançou mais de 40% em relação ao real e 37% em comparação ao dólar.
Apesar disso, aos R$ 19 mil, essa que é considerada a segundo maior cripto do mundo, está ainda longe da sua máxima histórica. Em novembro de 2021, o ativo atingiu R$ 26 mil, valor que vem tentando recuperar nos últimos três anos.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
Cadastro
Já tem uma conta? Entrar
Cadastro
Cadastre-se grátis para continuar acessando o Investidor10.
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?