Bitcoin (BTC) salta aos US$ 81 mil após dados fracos de emprego nos EUA
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
🏆 Neste domingo (5), o Bitcoin (BTC) atingiu a marca histórica de 1 bilhão de transações processadas em todo o mundo.
O registro foi capturado pelo monitor Clark Moody’s, que mostrou que a transação em questão foi minerada no bloco de número 842.214, às 21h34. Com isso, a principal criptomoeda do mercado demorou 15 anos desde o lançamento para atingir essa marca.
Na linha do tempo, a rede processou, em média, cerca de 178 mil transações a cada 24 horas nos seus 5.603 dias. Satoshi Nakamoto, autor do protocolo, minerou o primeiro bloco de Bitcoin em 3 de janeiro de 2009, segundo dados públicos.
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A marca poderia demorar ainda mais tempo para ser atingida, mas o período foi encurtado em razão das recentes mudanças que permearam o Bitcoin nos últimos meses. Uma delas foi o lançamento dos ETFs de Bitcoin à vista, que passaram a movimentar bilhões de reais mensalmente na rede.
No entanto, mesmo que o Bitcoin seja a principal criptomoeda do mercado, outras concorrentes alcançaram o primeiro bilhão em tempos menores. A rede Ethereum (ETH), por exemplo, tem apenas nove anos de existência e já processou mais de dois bilhões de transações, já que serve de base para vários ativos digitais.
📊 Nos últimos dias, o Bitcoin tem ensaiado retornar ao seu patamar de US$ 73 mil, mas tem tido dificuldades. Na semana passado, em vista do cenário econômico nos Estados Unidos, a cripto avançou e terminou a semana com índice de alta.
Nesta segunda-feira (6), o Bitcoin é negociado a US$ 63 mil com pouca diferença do resultado da última sexta. No acumulado dos últimos 5 dias, o avanço é positivo em 9%, segundo os monitores de criptomoedas.
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Com a disparada do Bitcoin, o investidor insistiu por anos em contatar a antiga gestão para reaver seus fundos.
Após o novo aporte, a empresa de Michael Saylor atinge 845.050 bitcoins sob custódia, somando cerca de US$ 66,1 bilhões.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
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