Itaúsa (ITSA4) deve investir em novas empresas caso juros caiam no Brasil
A holding disse estar pronta para retomar os aportes em caso de melhora na economia.
A Itaúsa (ITSA4) aprovou nesta segunda-feira (10) a distribuição de dividendos e JCP (Juros sobre o Capital Próprio) bilionários para os seus acionistas.
💰 Ao todo, a holding anunciou mais de R$ 6,7 bilhões em novos proventos, que serão pagos ao longo de março e abril. Além disso, agendou o pagamento de mais de R$ 1,3 bilhão em JCP anunciados no ano passado.
A Itaúsa, no entanto, também anunciou um novo aumento de capital, de R$ 1 bilhão.
A Itaúsa vai distribuir R$ 6,6 bilhões em proventos no próximo dia 7 de março e ainda dá tempo de garantir uma boa fatia desse valor.
A holding pagará R$ 4,4 bilhões em dividendos e R$ 1,1 bilhão em JCP para os acionistas registrados no próximo dia 17 de fevereiro.
💲 Os proventos foram aprovados nesta segunda-feira (10) e correspondem a um valor bruto de aproximadamente R$ 0,50 por ação, sendo R$ 0,40815 por ação dos dividendos e R$ 0,1011 por ação do JCP.
O JCP, no entanto, está sujeito à retenção de 15% de IR (Imposto de Renda). Por isso, o valor líquido por ação será de R$ 0,085935 para os acionistas que não têm direito a isenção ou imunidade tributária.
Além disso, a Itaúsa agendou para 7 de março o pagamento dos JCP declarados em setembro e dezembro de 2024. Os proventos somam R$ 1,1 bilhão, ou R$ 0,1065 por ação. Veja os detalhes:
Já no dia 1º de abril, a Itaúsa pagará R$ 510 milhões em juros sobre o capital próprio e metade desse valor foi declarado nesta segunda-feira (10).
A Itaúsa pagará um total de R$ 255 milhões para os acionistas registrados no próximo dia 28 de fevereiro. É o equivalente a um valor bruto de R$ 0,0235295 por ação. O valor líquido após a incidência do imposto é de R$ 0,02 por ação.
🗓️ Segundo a holding, o JCP diz respeito aos resultados deste primeiro trimestre de 2025 e foi declarado antecipadamente, "de modo que os acionistas passem a receber esses proventos no primeiro dia útil após o término do respectivo trimestre".
A Itaúsa, por sinal, vai manter essa política de distribuição ao longo do ano. Por isso, também está previsto o pagamento de JCP de R$ 0,0235295 por ação no início dos próximos trimestres.
Já os outros R$ 255 milhões em JCP que serão pagos em 1º de abril foram anunciados em 19 de fevereiro do ano passado. A data-base também será em 28 de fevereiro de 2025.
A Itaúsa ainda pagará R$ 1 bilhão em dividendos no próximo dia 22 de abril. É o equivalente a um valor de R$ 0,09224 por ação.
O provento foi anunciado nesta segunda-feira (10) e será pago de acordo com a posição acionária do próximo dia 17 de fevereiro.
De acordo com a holding, o objetivo é de que os acionistas usem esses recursos para subscrever ações no seu próximo aumento de capital.
A Itaúsa decidiu nesta segunda-feira (10) elevar o seu capital social em R$ 1 bilhão, para R$ 81,189 bilhões. O objetivo é "reforço de caixa e ampliação do nível de liquidez da Companhia".
Para isso, a empresa deve emitir cerca de 149,2 milhões de novas ações, sendo 51,3 milhões de ações ordinárias e 97,9 milhões de ações preferenciais, a um preço de R$ 6,70 por ação.
Quem for acionista da Itaúsa no próximo dia 17 de fevereiro terá direito de preferência na subscrição dessas ações, para evitar uma diluição da sua participação.
A subscrição poderá ser feita entre 10 de março e 11 de abril, na proporção de 1,3766678% sobre as ações da mesma espécie possuídas em 17 de fevereiro.

A holding disse estar pronta para retomar os aportes em caso de melhora na economia.
O JPMorgan subiu o preço-alvo das ações da companhia para R$ 18,50 até dezembro de 2027 e manteve a indicação de compra (overweight).
A companhia obteve lucro líquido de R$ 4,3 bilhões no 2º trimestre de 2026, uma alta de 7% na comparação anual.
O aporte faz parte da estratégia de alocação eficiente de capital da Itaúsa, mas poderia ter sido maior.
O valor total da capitalização ficará entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2,1 bilhões.
Segundo a holding, aporte está alinhado à estratégia de alocação eficiente de capital.
Segundo a holding, o recebimento deve gerar um impacto líquido positivo não recorrente de cerca de R$ 0,9 bilhão no lucro do 2T26.
Além disso, seis companhias aprovaram recompras de ações para gerar valor aos acionistas.
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