Itaú (ITUB4): Caso de R$ 40 bilhões volta ao radar após PGFN contestar Justiça
O caso trata de uma cobrança relativa a um suposto ganho de capital que não teria sido tributado durante o processo de fusão com o Unibanco.
🏦 O Itaú Unibanco (ITUB4) divulgou um acordo para adquirir a corretora Avita, uma das líderes no mercado brasileiro em emissão de seguro garantia judicial.
O valor da transação não foi divulgado. No entanto, a aquisição será realizada em duas fases. Na primeira, o Itaú deve adquirir 80% do capital social da Avita, que é controlada pela Prisma Capital, mantendo os 20% restantes com os sócios-fundadores. Na segunda, prevista para ocorrer após cinco anos, o banco deverá comprar a participação remanescente.
Os sócios-fundadores da Avita continuarão liderando as operações da empresa. A gestão dos negócios permanecerá autônoma, e a corretora manterá suas relações comerciais com outras instituições. Com essa aquisição, o banco terá a oportunidade de ampliar a distribuição de seguros nas modalidades de garantia e linhas financeiras para os clientes do Itaú BBA.
Para Eduardo Domeque, diretor de Seguros do Itaú, essa transação ocorre em um momento em que o mercado está intensificando a busca e contratação do seguro garantia. Ele destaca que esse movimento é estratégico para expandir a atuação do banco na plataforma digital aberta de seguros.
Fundada em 2019, a Avita tem uma plataforma online aberta para cotação dessa modalidade de seguros, permitindo aos clientes emitir, gerenciar e controlar vencimentos, renovações e cancelamentos de apólices emitidas por diversas seguradoras parceiras.
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O caso trata de uma cobrança relativa a um suposto ganho de capital que não teria sido tributado durante o processo de fusão com o Unibanco.
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