B3SA3 lucra R$ 1,5 bilhão no 1T26, com a bolsa de valores brasileira em recorde
B3 atinge a maior receita trimestral da sua história, com destaque para volume de investimentos em renda variável.
🚨 A B3 (B3SA3), principal bolsa de valores do Brasil, enfrenta um cenário desafiador em 2024, com suas ações acumulando queda de 27% no ano, negociando próximas às mínimas de cinco anos.
Apesar disso, especialistas do mercado financeiro enxergam uma reviravolta significativa no horizonte, com potencial de alta expressivo para os próximos anos.
De acordo com o Itaú BBA, a B3 apresenta uma avaliação extremamente atrativa. Seu múltiplo preço/lucro (P/L) de 10 vezes reflete um desconto de 50% em relação a outras bolsas globais.
Para o analista Pedro Leduc, a companhia exibe características que a tornam uma aposta sólida, mesmo em um ambiente de volatilidade.
“A B3 está gritando qualidade e valor, com um modelo de negócios simples e resiliente. É uma oportunidade para investidores focados no longo prazo”, destaca Leduc.
O Itaú BBA projeta um preço-alvo de R$ 14, o que implica uma valorização de 70% em relação aos preços atuais.
Durante seu recente Investor Day, a B3 apresentou uma visão estratégica robusta para diversificar receitas e expandir sua atuação em segmentos-chave, como renda fixa, crédito e tecnologia. Algumas iniciativas chamaram atenção:
Segundo o Safra, a renda fixa é a maior avenida de crescimento da B3.
A criação de novos índices e contratos futuros de renda fixa reflete a estratégia da empresa para capturar a digitalização e expansão do mercado de crédito brasileiro.
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Mesmo diante de desafios econômicos, a B3 manteve um perfil resiliente em termos de geração de caixa.
Para investidores, a capacidade da empresa em distribuir dividendos substanciais durante ciclos de juros altos é um fator cada vez mais valorizado.
Embora os analistas vejam um potencial de valorização significativo, a cautela persiste. O Safra, por exemplo, reduziu seu preço-alvo de R$ 14 para R$ 12, destacando o impacto de juros altos sobre a receita da bolsa.
Ainda assim, o banco reiterou a recomendação de compra, sustentado pela avaliação descontada e pela atratividade dos dividendos.
Para investidores, a B3 apresenta um dilema interessante: uma empresa com fundamentos sólidos e perspectivas de crescimento, mas enfrentando um cenário macroeconômico adverso.
💲 A aposta parece clara: quem acredita no potencial de recuperação do mercado acionário brasileiro pode ver na B3 uma oportunidade rara. Contudo, a volatilidade do setor exige atenção redobrada e uma visão de longo prazo.
B3 atinge a maior receita trimestral da sua história, com destaque para volume de investimentos em renda variável.
Cícero Vieira é o novo sócio e consultor estratégico da A5X, que prepara nova bolsa de derivativos para o Brasil.
Modelo cresce no mundo e chega ao Brasil em meio a debate sobre regulamentação e comparação com bets.
Apenas em março, o saldo positivo já soma R$ 7,05 bilhões, contra R$ 3,1 bilhões no mesmo mês de 2025.
As ações serão negociadas com direito ao provento até 31 de março, passando à condição ex-JCP a partir de primeiro de abril.
O volume financeiro médio diário no mercado à vista atingiu R$ 37,3 bilhões, alta de 50,1% frente a fevereiro de 2025.
A CVM autorizou o Regime Fácil na B3 para empresas com até R$ 500 mi de faturamento captarem com menos burocracia a partir de 16 de março.
Mudança na B3 ocorre por causa do horário de verão no exterior; veja novos horários de ações, futuros e opções.
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