Bitcoin (BTC) salta aos US$ 81 mil após dados fracos de emprego nos EUA
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Depois de semanas no patamar abaixo de US$ 75 mil, o Bitcoin (BTC) parece que reverteu a perspectiva de baixa. Nesta segunda-feira (28), a principal criptomoeda do mercado é negociada na faixa de US$ 95 mil.
💵 Por isso, os investidores voltam a olhar para este ativo com forte esperança de retomar o patamar dos US$ 100. Se a trajetória de alta se confirmar, o maior token digital do mercado precisa acelerar apenas 5% para voltar a essa marca perdida em fevereiro.
Segundo analistas do mercado, a tensão geopolítica global deve continuar fazendo pressão à criptomoeda e ditando os rumos dela nessa semana. Embora seja uma temporada mais curta, o segmento de criptografia não para, então, mesmo com o feriado, os investidores poderão fazer ela subindo ou descendo.
“O morde e assopra e todas as contradições do governo norte-americano têm diminuído a confiança do investidor, principalmente no que se relaciona aos Estados Unidos”, diz Beto Fernandes, analista da Foxbit, em entrevista ao Valor.
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Além disso, divulgações de dados importantes, como o PIB norte-americano também devem ditar o rumo da cripto. Outro ponto é observar o comportamento do dólar que tem apresentado uma desvalorização frente a outras divisas, conforme mostram dados do índice DXY.
Nesta segunda, o Bitcoin opera com alta de 1%, segundo dados do monitor Coin Market Cap, sendo que a valorização alcançou 9% nos últimos 30 dias. O índice CoinDesk 20, que reúne os principais 20 tokens do mercado, apresenta valorização de 0,30% em 24 horas.
📈 Outra marca de referência para todos os ativos digitais é o movimento da taxa de juros nos Estados Unidos, que deve ser definida já na próxima semana. Entre os dias 7 e 8 de maio, o Fed (Federal Reserve) define se corta, mantém ou sobe os juros no país, o que pode provocar algum movimento nestes ativos.
Em março, a maioria dos membros do Banco Central dos EUA previam mais dois cortes nos juros ainda em 2025. Segundo um levantamento feito pela imprensa, isso significaria uma baixa de 0,50 ponto porcentual no atual cenário.
Alguns dos monitores indicam que a probabilidade do Fed manter a taxa de juros no intervalo entre 4,25% e 4,50% é de 94%. Isso aconteceria mesmo com as pressões de Donald Trump para um corte na porcentagem.
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Com a disparada do Bitcoin, o investidor insistiu por anos em contatar a antiga gestão para reaver seus fundos.
Após o novo aporte, a empresa de Michael Saylor atinge 845.050 bitcoins sob custódia, somando cerca de US$ 66,1 bilhões.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
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