ETFs de Bitcoin ficam no azul e abrem espaço para rali de curto prazo
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
💲 Os ETFs de Bitcoin (BTC) nos Estados Unidos estão vivenciando uma fase notável de entradas de capital, marcando o 18º dia consecutivo de ganhos líquidos em 6 de junho, representando a mais longa sequência positiva desde a introdução desses produtos em janeiro deste ano.
Segundo informações da Bloomberg, os 11 ETFs à vista de Bitcoin agora somam um total de US$ 62,3 bilhões em ativos, com US$ 15,6 bilhões apenas em entradas líquidas.
Dentre esses, o IBIT da BlackRock lidera com 297,6 mil unidades de Bitcoin, seguido pelo GBTC da Grayscale, que possui 285,4 mil Bitcoins.
Essa onda contínua de entradas está tendo um impacto significativo no preço do Bitcoin, que se manteve acima de US$ 71 mil na manhã de sexta-feira (7).
O cenário no Brasil também é notável, com a criptomoeda atingindo marcas próximas a R$ 380 mil, impulsionadas pela desvalorização do real frente ao dólar, segundo Julio Andreoni, especialista em criptomoedas do Bitybank.
Taiamã Demaman da Coinext destacou que um fechamento acima de US$ 71 mil seria crucial para a continuidade do movimento ascendente do Bitcoin, com expectativas de alcançar marcos entre US$ 76 mil e US$ 84,3 mil.
📈 Além do mercado de ETFs, o setor de derivativos de criptomoedas também registrou atividades significativas, com o volume de contratos futuros abertos de Bitcoin atingindo um recorde de US$ 37,7 bilhões.
As principais altcoins, incluindo Ethereum, BNB Chain e Solana, apresentaram movimentos mistos, enquanto o XRP mostrou uma leve alta.
Por outro lado, a criptomoeda menor Brett se destacou com um aumento de 20,30%.
Esse cenário agitado no mercado de criptomoedas ocorre em um contexto maior de expectativas e incertezas nos mercados financeiros globais, particularmente com os investidores atentos ao relatório de emprego dos EUA, que tem potencial para influenciar as próximas tendências do mercado.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
Cadastro
Já tem uma conta? Entrar
Cadastro
Cadastre-se grátis para continuar acessando o Investidor10.
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?