Memecoin dispara 34% em apenas 1 dia devido à short squeeze
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
📊 No dia em que deve acontecer o halving, o Bitcoin (BTC) chegou a subir 9%, segundo os monitores de criptomoedas.
O ativo digital iniciou o dia em baixa, cotado a R$ 312,8 mil, mas acelerou e chegou a R$ 343,5 mil. O evento tão esperado no mundo cripto está previsto para às 21h20, segundo o cronometro do CoinMarketCap.
O halving do Bitcoin vai cortar a emissão da cripto pela metade, diminuindo as possibilidades de inflação. Essa foi uma ferramenta monetária criada pelos desenvolvedores do ativo em seu lançamento.
A operação acontece, em média, a cada quatro, sendo que em todas as outras os avanços na cotação foram imediatos. Desta vez, porém, não há um consenso entre os especialistas se o ativo vai subir.
De um lado, há analistas que dizem que a criptomoeda já corrigiu seu preço nas últimas semanas, considerando as altas sucessivas que registrou. Do outro, há quem olhe o cenário macroeconômico para ter uma opinião mais pé no chão.
Nesta sexta-feira (19) deu início as negociações de contratos futuro de Bitcoin na bolsa de valores do Brasil. Ao todo, foram mais de 7,4 mil contratos negociados neste primeiro dia, com mais de 111 mil ordens de compra ou venda.
“O momento é muito propício para a negociação do Bitcoin no mercado futuro. Estamos às vésperas do halving, que traz impacto para o preço da criptomoeda, e o mercado agora tem um instrumento apropriado para se proteger ou operar essa expectativa de variação de preço”, afirmou Marcos Skistymas, diretor de Produtos Listados da B3.
As negociações de contrato futuro na bolsa acontecem das 09h às 18h30. As corretoras pedem um depósito mínimo de R$ 100 por contrato para garantir as operações, que vencem sempre na última sexta-feira do mês.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
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