ETFs de Bitcoin ficam no azul e abrem espaço para rali de curto prazo
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
📉 Na última quinta-feira (13), os fundos de índice (ETFs) de Bitcoin listados nos Estados Unidos registraram saídas líquidas superiores a US$ 226 milhões.
O resultado representa o terceiro dia consecutivo de retiradas, seguindo uma tendência de desinvestimento observada no final de abril.
O ETF que mais sofreu com retiradas foi o FBTC da Fidelity, que teve uma saída de US$ 106 milhões, conforme dados preliminares da SoSoValue.
O GBTC da Grayscale também registrou saídas significativas, com US$ 62 milhões retirados, enquanto o ARKB da Ark Invest viu uma retirada de US$ 53 milhões.
Por outro lado, os ETFs da Valkyrie, Franklin Templeton, Hashdex e WisdomTree não apresentaram movimentações de entrada ou saída. Apenas o IBIT da BlackRock registrou uma entrada líquida, captando US$ 18 milhões.
Na quarta-feira (12), foi registrado o único dia de entradas líquidas na semana para esses produtos nos EUA, totalizando US$ 100 milhões.
💲 As recentes retiradas elevaram o valor líquido retirado dos ETFs para US$ 564 milhões em apenas três dias, o que corresponde a cerca da metade dos US$ 1,2 bilhão retirados em seis dias no final de abril.
Apesar da inflação nos EUA ter ficado abaixo das expectativas, o que impulsionou brevemente os preços do Bitcoin para US$ 70 mil, a criptomoeda logo recuou para menos de US$ 67 mil.
De acordo com o CoinMarketCap, o BTC está sendo negociado atualmente a US$ 65,3 mil.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
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