ETFs de Bitcoin ficam no azul e abrem espaço para rali de curto prazo
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
💸 Nesta quarta-feira (20), o governo argentino anunciou que a CNV (Comissão Nacional de Valores) será a entidade responsável por regular o setor de criptomoedas e fiscalizar a atuação da exchanges no país.
Recém-eleito presidente da Argentina, Javier Milei está, desde a semana passada, sendo pressionado a regulamentar o setor. Membros do Grupo de Ação Financeira Internacional (GAFI) estão na capital Buenos Aires, para achar um caminho que tampe o buraco da lavagem de dinheiro.
O anúncio feito pelo governo vem na esteira da votação do Senado, que definiu que o órgão tinha autonomia para fiscalizar as atividades de criptografia no país latino. Hoje, existem ao menos 15 corretoras de criptomoedas legalizadas na Argentina, mas a regulamentação deve ampliar a segurança nas transações.
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A mudança agora parte para a sanção do Executivo, que deve assinar o projeto antes do dia 26 de março, quando está previsto o retorno do grupo a Paris, na França.
“Vemos trabalhando desde que a possibilidade de sancionar a lei se tornou verdadeira. Agora que é realidade, vamos avançar na criação do registro de fornecedores de ativos virtuais em conformidade com as recomendações do GAFI", destacou o presidente da CNV, Roberto Silva.
A Bitso, uma das principais exchanges do país, celebrou a decisão e disse que o país caminha para cumprir os padrões internacionais.
“Esperamos que as autoridades aproveitem esta oportunidade para não apenas criar um bom registro de provedores de serviços virtuais no âmbito da CNV, mas também uma regulamentação criptográfica completa, de classe mundial, que proteja os usuários e promova a inovação da nossa indústria e a inclusão financeira", afirmou a corretora.
🇦🇷 A Argentina é um dos países em que mais se movimentam criptomoedas e, ao mesmo tempo, também é um dos que menos têm regras sobre a circulação destes ativos. Isso é um prato cheio para criminosos que usam os tokens digitais para lavagem de dinheiro e para o financiamento de crimes.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
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