ETFs de Bitcoin ficam no azul e abrem espaço para rali de curto prazo
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
🚨 O Bitcoin (BTC) formou uma “cruz da morte” no indicador on-chain MVRV, segundo a CryptoQuant.
A média de 30 dias cruzou para baixo da de 365 dias, sinal que historicamente marca perda de fôlego.
O movimento ocorre duas semanas após o recorde de 13 de agosto, quando o BTC tocou US$ 124.457, e com a cotação nesta segunda (1º) perto de US$ 109 mil.
O MVRV compara o valor de mercado do bitcoin com o valor realizado (preço pago quando as moedas se moveram pela última vez).
Em termos simples, indica se o ativo está acima ou abaixo do “preço justo” da rede. Quando suavizado por médias móveis, cruzamentos negativos sugerem arrefecimento do ciclo.
A análise da CryptoQuant aponta um dead cross entre as MM de 30 e 365 dias do MVRV. Em 2021, um cruzamento semelhante coincidiu com a virada do ciclo, antes da queda de US$ 69 mil para US$ 15,5 mil em 2022. O alerta foi repercutido por casas e analistas de dados on-chain.
Após cravar a máxima histórica em meados de agosto, o BTC recuou cerca de 12%–13% e opera na faixa de US$ 107 mil–US$ 109 mil nesta manhã.
A variação mantém a criptomoeda abaixo do pico, mas dentro de um intervalo observado por parte do mercado para setembro.
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Analistas lembram que cruzes do MVRV já antecederam mudanças de ciclo, com destaque para 2021. Estudos anteriores da CryptoQuant comparam padrões do MVRV em 2013 e 2017, mas não há consenso sobre a força preditiva do cruzamento em todos os ciclos.
Métricas alternativas — como MVRV Z-Score e leituras por coortes de holders — também ajudam a calibrar a leitura. Segundo os analistas ouvidos, os investidores devem ficar atentos aos seguintes pontos:
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
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