2025 é o ano do ouro caro e do dólar barato; saiba o pódio dos investimentos
Metal precioso se valoriza quase +30% no ano, ao passo que o dólar tem a maior queda anual desde 2016.
🚨 O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira (11) para decidir o futuro da taxa básica de juros, a Selic, em um cenário de inflação persistente e dólar valorizado.
Este encontro marca o fim da gestão de Roberto Campos Neto à frente da instituição, com Gabriel Galípolo assumindo o comando em janeiro.
Analistas do mercado financeiro, conforme o boletim Focus, apostam em uma elevação de 0,75 ponto percentual na Selic, que pode alcançar 12% ao ano.
Este seria o terceiro aumento consecutivo, evidenciando a postura do Banco Central diante de uma inflação que insiste em ultrapassar o teto da meta estipulada para 2024.
Internacionalmente, o Copom monitora os sinais de desaceleração econômica nos Estados Unidos e a postura incerta do Federal Reserve (Fed), que também impactam a dinâmica do dólar.
No Brasil, os desafios fiscais e a alta dos preços de alimentos e serviços têm pressionado o índice oficial de inflação (IPCA), que acumulou alta de 4,87% nos últimos 12 meses, superando as expectativas do mercado.
No mês passado, a inflação desacelerou para 0,39%, mas os preços de carnes e passagens aéreas seguem pesando no bolso do consumidor.
Com a projeção de inflação para 2024 em 4,84% – acima do teto de 4,5% permitido pelo Conselho Monetário Nacional –, o BC se vê compelido a adotar uma política monetária contracionista.
➡️ Leia mais: Indicados de Lula para o Banco Central são aprovados no Senado; veja os nomes
A Selic é o principal instrumento para controlar a inflação no Brasil, influenciando desde o custo do crédito até a rentabilidade da poupança.
Taxas mais altas tendem a reduzir a demanda, encarecendo financiamentos e incentivando a poupança. Porém, essa estratégia também desacelera o crescimento econômico.
Por outro lado, cortes na Selic costumam estimular o consumo e a produção, mas podem dificultar o controle inflacionário.
Com o prolongamento do ciclo de alta dos juros, a decisão do Copom poderá impactar diretamente o ritmo da atividade econômica e os planos de consumo e investimento no país.
📈 Além de definir a Selic, a reunião do Copom traz à tona a credibilidade do Banco Central diante de metas inflacionárias desafiadoras.
O limite para 2024 é de 3%, com tolerância de até 4,5%, mas o BC já sinalizou que as estimativas podem sofrer revisões em função da alta do dólar e do impacto de fatores climáticos, como a seca.
A decisão será anunciada ao final do dia e definirá os rumos da política monetária nos próximos meses.
Metal precioso se valoriza quase +30% no ano, ao passo que o dólar tem a maior queda anual desde 2016.
Saiba quais classes de investimentos são destaques positivos no mês e quais deram dor de cabeça aos investidores
Einar Rivero, CEO da Elos Ayla, revela a rentabilidade dos principais investimentos em novembro e nos últimos 12 meses.
Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, elabora estudo que aponta quais ações brasileiras mais se deram bem nos últimos 3 anos.
Títulos de renda fixa isentos financiam tanto o agronegócio quanto o mercado imobiliário.
Títulos de renda fixa isentos que financiam o agronegócio e o mercado imobiliário são favoritos dos analistas.
Taxas oferecidas pelos investimentos do Banco Master disparam após sua venda ao BBR ser negada pelo Banco Central.
Embora ainda haja dúvidas se os juros podem permanecer em 14,75% ao ano, o Investidor10 apresenta as projeções para a renda fixa
Cadastro
Já tem uma conta? Entrar
Cadastro
Cadastre-se grátis para continuar acessando o Investidor10.
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?