Memecoin dispara 34% em apenas 1 dia devido à short squeeze
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
🏆Ao que tudo indica, os tempos em que criptomoedas eram coisas de pessoas antenadas em tecnologia passou.
Segundo um relatório do buscador de investimentos Yubb, o Bitcoin (BTC) foi o investimento mais buscado pelos brasileiros em março. O fato se deu em razão da sua forte alta durante todo o mês, que colocou o ativo no recorde de sua história, aos US$ 73 mil.
O pódio fica completo com a presença dos CDBs e dos fundos de ações, que lideraram a lista por muitos meses seguidos.
🔍 Leia também: Em 2º lugar no mundo, fundos de criptos no Brasil captam R$ 49 milhões em uma semana
A popularidade do Bitcoin melhorou muito em relação ao ano passado. No relatório que avaliou a busca por ativos durante todo o ano passado, a cripto terminou em sexto lugar. Em fevereiro, houve um salto para o terceiro lugar da lista.
Dois principais fatos elevaram o Bitcoin -e outras criptos- a esse patamar recorde. O primeiro foi a aprovação dos ETFs de Bitcoin à vista nos Estados Unidos. Desde janeiro, as empresas podem negociar esse ativo por meio de fundos de índices nas bolsas de valores.
Além disso, o mercado espera o halving do BTC, que deve acontecer nas próximas semanas. De forma automática, a blockchain deve cortar pela metade as emissões da cripto para bloquear uma possível inflação do ativo.
“É normal em todo ciclo de alta. As pessoas começam a ir atrás quando bate o recorde histórico. Em março, isso refletiu na busca por criptos”, disse Bernardo Pascowitch, CEO do Yubb, em entrevista ao Estadão.
Parte dos analistas acredita que o Bitcoin deve continuar sua trajetória de alta nos próximos meses, alcançando números cada vez maiores. Fato é que muitos dos investidores institucionais estão dando oportunidade para criptomoedas em suas carteiras de investimentos, conforme destacou este Investidor 10.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Cadastro
Já tem uma conta? Entrar
Cadastro
Cadastre-se grátis para continuar acessando o Investidor10.
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?