ETFs de Bitcoin ficam no azul e abrem espaço para rali de curto prazo
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
💲 O mercado financeiro de criptomoedas experimentou um aumento notável nesta quarta-feira (17), com o Bitcoin (BTC) registrando uma alta de 3%, refletindo um cenário positivo alimentado por entradas significativas em fundos de índice (ETFs) de criptomoedas nos Estados Unidos e o ambiente político atual do país.
Segundo dados da plataforma Farside Investors, na terça-feira (16), onze produtos financeiros captaram um total de US$ 422,5 milhões em entradas líquidas, marcando o maior volume desde o dia 5 de junho.
O grande destaque foi o ETF IBIT, da gestora BlackRock, que sozinho atraiu US$ 260 milhões, consolidando ainda mais sua posição como o maior produto do setor. Outro ETF notável, o FBTC da Fidelity, arrecadou US$ 61,1 milhões.
Desde a autorização para negociação concedida pela Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) na segunda semana de janeiro, esses fundos de índice acumularam um total de US$ 16,53 bilhões em entradas líquidas.
Esse influxo positivo nos ETFs teve um impacto direto no valor do Bitcoin, que agora está sendo negociado a US$ 65.288, representando um aumento de 3% nas últimas 24 horas e uma valorização acumulada de 11,6% na semana.
Além disso, eventos políticos recentes também contribuíram para essa valorização.
O atentado contra o ex-presidente Donald Trump, um conhecido defensor do setor de criptomoedas, juntamente com a escolha de J.D. Vance como seu vice-presidente, elevou as expectativas de um ambiente regulatório mais favorável para a indústria de criptomoedas nos Estados Unidos.
🗣️ “Donald Trump anunciou J.D. Vance como vice de chapa, um congressista defensor do Bitcoin. Caso seja eleito, cresce – mesmo que um pouco – a perspectiva de um ambiente mais favorável à indústria das criptomoedas no país”, afirmou Beto Fernandes, analista da Foxbit.
Outras criptomoedas também estão em alta nesta manhã. A Worldcoin (WLD), criada por Sam Altman, figura central da OpenAI e do ChatGPT, se destacou ao disparar 50% nas últimas 24 horas.
Essa valorização foi impulsionada pelo anúncio de desbloqueio das unidades do ativo para os apoiadores iniciais do token e para a equipe, um movimento que geralmente causa quedas, mas que, neste caso, repercutiu positivamente.
Com um cenário de entradas financeiras robustas e um ambiente político em transformação, o mercado de criptomoedas continua a mostrar sinais de fortalecimento e oportunidades para investidores atentos às dinâmicas do setor.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
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