Memecoin dispara 34% em apenas 1 dia devido à short squeeze
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
🚀O bitcoin (BTC), a principal criptomoeda do mundo, disparava mais de 5% nas últimas 24 horas nesta sexta-feira (23), acompanhado por ganhos de até 30% entre as maiores altcoins do mercado. E toda essa euforia do mundo cripto tem um motivo: o início do ciclo de corte de juros nos Estados Unidos.
Por volta das 18h45, o bitcoin saltava 6,7% a US$ 64.460,49, acumulando valorização de 9% nos últimos sete dias. Já a ethereum (ETH), a segunda maior moeda digital, tinha ganhos de 5,75% nas últimas 24 horas, cotada a US$ 2.768,42, com lucro de 6,72% na semana.
Entre os 25 maiores altcoins em valor de mercado, o Polygon (MATIC) acumula valorização de 32% nos últimos sete dias, também de olho nas consequências do ciclo de corte de juros, que deve redirecionar o capital alocado em renda fixa nos EUA para ativos de maior risco, como as criptomoedas.
Jerome Powell, presidente do banco central norte-americano afirmou nesta sexta-feira (23) que é o momento de ajustar a política monetária. Esta declaração representa o indicativo mais claro do início do corte de juros, que ocorrerá na reunião do Fomc (Comitê Federal de Mercado Aberto) em setembro.
"Chegou a hora de ajustar a política. Minha confiança cresceu de que a inflação está a caminho de 2%. Os riscos de alta para a inflação diminuíram e os riscos de baixa para o desemprego aumentaram", disse na abertura do discurso no simpósio econômico de Jackson Hole, no Wyoming.
Conforme a ferramenta CME FedWatch, 67,5% dos traders apostam em um corte de 25 pontos-base e 32,5% em um corte 50 pontos-base na taxa básica de juros dos EUA na reunião do próximo mês.
➡️Leia mais: Powell confirma corte de juros nos EUA em setembro
🔎Acompanhe a seguir como está o desempenho das 20 maiores criptomoedas em valor de mercado nesta sexta-feira (22):
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
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