ETFs de Bitcoin ficam no azul e abrem espaço para rali de curto prazo
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Depois de um período de pequenas variações, nesta terça-feira (4), o Bitcoin (BTC) ensaia uma alta. Durante a manhã, o ativo digital registrava avanço de quase 1% nas últimas 24 horas, sendo negociado perto de US$ 69,5 mil ou R$ 366 mil.
💸 A cotação da principal criptomoeda do mercado arrastou as suas colegas, que também operam em alta. A cotação da Ethereum (ETH) subiu 0,4% no mesmo período, para R$ 19,9 mil, segundo dados do monitor CoinMarketCap.
No entanto, ao que tudo indica, esse movimento de alta deve se manter nas próximas semanas, com o Bitcoin alcançando o patamar de US$ 70 mil. Quem diz isso é a empresa de análise Crypto Quant, em relatório divulgado na segunda (3).
A research apontou que metade dos investidores mantém a criptomoeda “inativa”, ou seja, não a usa para nada. Isso evidencia que este é um ativo de longo prazo, sem previsão de grandes saques, o que pode indicar novos ganhos para a cripto nos próximos meses, conforme relatou o portal CoinDesk.
📉 Leia mais: Bitcoin (BTC) sobe 14,7% e é o melhor investimento de maio, veja ranking
Essa é uma tendência que vinha sido acompanhada nos últimos meses para entender o comportamento de quem está “comprado” em BTC. Diante disso, depois que houve muitas saídas, o processo se estagnou, com os investidores mantendo o criptoativo na carteira, destacou a casa de análises.
Em maio, o fundador e CEO da CryptoQuant, Ki Young Ju, também apontou que há algumas semelhantes entre o atual momento do BTC e o visto em 2020. Há uma atividade relativamente alta, ao mesmo tempo em que a acumulação da cripto sobe em todo o mundo.
“Naquela época, o BTC girava em torno de US$ 10.000 por 6 meses com muita atividade on-chain que mais tarde foi revelada como negociações OTC. Agora, apesar da baixa volatilidade dos preços, a atividade on-chain permanece alta, com US$ 1 bilhão adicionado diariamente a novas carteiras de baleias, provavelmente custodiantes”, avaliou.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
Cadastro
Já tem uma conta? Entrar
Cadastro
Cadastre-se grátis para continuar acessando o Investidor10.
Já tem uma conta? Entrar
Olá! Você pode nos ajudar respondendo apenas 2 perguntinhas?
Oba! Que ótimo saber que você curte nosso trabalho!
Já que você é um investidor Buy And Hold e adora nossa plataforma, gostaria de te apresentar uma solução que vai turbinar o retorno de seus investimentos! Topa?