ETFs de Bitcoin ficam no azul e abrem espaço para rali de curto prazo
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
O Bitcoin (BTC) está tentando se recuperar do tombo de 11% sofrido na semana passada.
📈 A criptomoeda reduziu o ritmo das perdas no sábado (22) e avançava mais de 3% às 17h15 de domingo (23).
Com isso, o token voltou a ser negociado na casa dos US$ 87 mil -uma recuperação significativa, se comparada ao piso dos US$ 80 mil registrados na sexta-feira (21).
O Bitcoin enfrentou a sua pior semana do ano, diante da redução do apetite a risco dos investidores globais.
Investidores ligaram o modo cautela nos últimos dias devido ao receio de uma bolha de IA (Inteligência Artificial) e da possibilidade de que os juros americanos não caiam em dezembro, como se esperava.
O receio reflete a alta avaliação das empresas de tecnologia e a força do mercado de trabalho americano, revelada pelo payroll de setembro. E foi tão grande que derrubou não só as criptomoedas, mas também bolsas de valores de todo o mundo.
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O Bitcoin, contudo, apareceu entre os maiores perdedores da semana. Afinal, chegou a cair mais de 11%, saindo dos US$ 94 mil para os US$ 80 mil.
Resta ver, portanto, se o mau humor do mercado cai perder força ao longo desta semana, de forma que o BTC consiga manter o ritmo de recuperação visto neste domingo (23).
Afinal, apesar do salto das últimas horas, a criptomoeda ainda acumula perdas no ano e está bem longe do patamar recorde dos US$ 126 mil, registrado no início de outubro.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
No domingo (21), Saylor postou no X o monitor de BTC da MicroStrategy indicando novas compras para o início da semana.
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