Bitcoin dispara 25% em uma semana e entra no ranking de 1% das maiores altas
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
🪙 O Bitcoin (BTC) registrou uma queda de 3,8% nas últimas 24 horas, conforme dados do CoinGecko, atingindo a cotação de US$ 90.606,35. Esse valor representa o menor patamar da criptomoeda desde 18 de novembro.
Nos últimos 30 dias, o Bitcoin (BTC) apresentou uma desvalorização de 10,4%. Nas últimas 24 horas, o Ethereum (ETH) recuou 5,7%, sendo negociado a US$ 3.069,30. Essa tendência de baixa também é observada em outras criptomoedas, como Dogecoin (-5,9%), XRP (-5,9%) e Solana (-5,5%). A capitalização de mercado do setor cripto registrou uma queda de 6% nas últimas 24 horas, totalizando US$ 3,2 trilhões.
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🗣️ "Se houver continuidade da queda, o preço do Bitcoin poderá buscar liquidez nos US$ 87.500. Sendo que essa faixa de preço é extremamente importante para o preço do Bitcoin, portanto, caso ocorra a queda, é necessário que entre um alto volume comprador absorvendo a queda. As resistências de curto e médio prazo estão nas áreas de valor dos US$ 94.530 e US$ 98.720", explicou Ana de Matos, Analista Técnica e Trader Parceira da Ripio
Além disso, a recente queda no mercado de criptomoedas está intrinsecamente ligada ao cenário macroeconômico dos Estados Unidos. Os robustos dados de emprego divulgados pelo payroll, que indicaram a criação de 256 mil novas vagas em dezembro, superando as expectativas do mercado, reforçam as expectativas de um endurecimento da política monetária por parte do Federal Reserve.
🔎 A plataforma CME FedWatch sinalizou ainda uma alta probabilidade de manutenção dos juros na próxima reunião do Fomc, o que contribui para o atual movimento de aversão a risco no mercado de criptomoedas.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
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