Bitcoin (BTC) salta aos US$ 81 mil após dados fracos de emprego nos EUA
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
🪙 O Bitcoin (BTC) atingiu sua máxima histórica nesta quarta-feira (21), ao romper US$ 109 mil, seguindo o fechamento do dia anterior com o maior preço diário registrado até então, de US$ 106.830.
Segundo Rony Szuster, Head de Research do MB (Mercado Bitcoin), um dos motivos para o recorde é o aumento da liquidez global. “Esse rompimento reflete uma base de investidores mais experiente, o aumento da liquidez global e a maior presença de instituições no mercado. Isso diferencia o momento atual de outros rallies que vimos no passado”.
Além disso, a trégua tarifária recente entre os EUA e vários parceiros comerciais, sem a inclusão da China, é vista como um sinal de que o endurecimento comercial tem limites, o que abre espaço para uma retomada do diálogo global. Segundo Szuster, essa mudança pode ser apenas o começo de um novo ciclo de valorização.
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“É provável que tenhamos alguma volatilidade nos próximos dias, mas o cenário geral é de sustentação. A tendência é de que esse novo patamar sirva como base para uma valorização mais consistente ao longo do segundo trimestre”, avaliou.
🗣️ Embora haja elementos que sugiram que o rali (série de altas ou baixas) pode levar o Bitcoin a um novo recorde histórico, o analista avalia que um rompimento mais sólido ao longo do segundo trimestre de 2025 é o cenário mais provável, como está começando a se materializar agora. Para Szuster, essa nova fase do mercado é marcada por uma dinâmica bem distinta daquela vista em períodos anteriores.
“Não é mais impulsionado apenas por expectativa. Hoje, vemos um ecossistema mais maduro, com regulação em andamento, produtos financeiros mais sofisticados e o interesse de grandes players globais. Isso cria uma nova dinâmica para o preço do Bitcoin”, analisou Szuster.
Após cair abaixo de US$ 77 mil, a criptomoeda reagiu e ultrapassou US$ 81 mil no início da tarde, deixando o patamar de US$ 78 mil.
Com a disparada do Bitcoin, o investidor insistiu por anos em contatar a antiga gestão para reaver seus fundos.
Após o novo aporte, a empresa de Michael Saylor atinge 845.050 bitcoins sob custódia, somando cerca de US$ 66,1 bilhões.
A criptomoeda acumulou alta de 24,8% em uma semana, desempenho entre os 1% maiores desde 2020, segundo a Binance Research.
Apesar da alta expressiva no curtíssimo prazo, a criptomoeda acumula perda de -75% desde o seu pico.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
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