Bitcoin busca recuperação e desponta como o melhor investimento de julho; veja ranking
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
🪙 O Bitcoin (BTC) atingiu sua máxima histórica nesta quarta-feira (21), ao romper US$ 109 mil, seguindo o fechamento do dia anterior com o maior preço diário registrado até então, de US$ 106.830.
Segundo Rony Szuster, Head de Research do MB (Mercado Bitcoin), um dos motivos para o recorde é o aumento da liquidez global. “Esse rompimento reflete uma base de investidores mais experiente, o aumento da liquidez global e a maior presença de instituições no mercado. Isso diferencia o momento atual de outros rallies que vimos no passado”.
Além disso, a trégua tarifária recente entre os EUA e vários parceiros comerciais, sem a inclusão da China, é vista como um sinal de que o endurecimento comercial tem limites, o que abre espaço para uma retomada do diálogo global. Segundo Szuster, essa mudança pode ser apenas o começo de um novo ciclo de valorização.
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“É provável que tenhamos alguma volatilidade nos próximos dias, mas o cenário geral é de sustentação. A tendência é de que esse novo patamar sirva como base para uma valorização mais consistente ao longo do segundo trimestre”, avaliou.
🗣️ Embora haja elementos que sugiram que o rali (série de altas ou baixas) pode levar o Bitcoin a um novo recorde histórico, o analista avalia que um rompimento mais sólido ao longo do segundo trimestre de 2025 é o cenário mais provável, como está começando a se materializar agora. Para Szuster, essa nova fase do mercado é marcada por uma dinâmica bem distinta daquela vista em períodos anteriores.
“Não é mais impulsionado apenas por expectativa. Hoje, vemos um ecossistema mais maduro, com regulação em andamento, produtos financeiros mais sofisticados e o interesse de grandes players globais. Isso cria uma nova dinâmica para o preço do Bitcoin”, analisou Szuster.
A criptomoeda subiu 4,36% no mês, mas ainda acumula uma baixa de 32,69% em 2026.
A cotação da maior criptomoeda do mundo já briga na região dos US$ 66,3 mil.
Para o banco, o tombo de mais de 50% ante o recorde de US$ 126 mil em outubro de 2025 não afeta os fundamentos da criptomoeda a longo prazo.
A alta generalizada dos preços nos EUA sofre maior desaceleração em seis anos, abrindo apetite ao risco.
Filhos do presidente Donald Trump são acionistas relevantes na American Bitcoin, que precisou de grupamento de ações.
A criptomoeda opera em queda nesta segunda-feira (13), negociado na casa dos US$ 62.500, pressionado pela aversão global ao risco.
O Bitcoin derreteu 35% nos primeiros seis meses do ano, o pior desempenho desde 2022.
Segundo a Glassnode, a queda da criptomoeda reflete a realização de perdas e a baixa demanda institucional, com resgates em ETFs.
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